Anos vividos com fragilidade em Minas Gerais: aplicação do índice de fragilidade ambulatorial
| dc.creator | Carla Jorge Machado | |
| dc.creator | Mirela Castro Santos Camargos | |
| dc.creator | Luciana de Gouvêa Viana | |
| dc.creator | Leticia Maria Henriques Resende | |
| dc.creator | Edgar Nunes de Moraes | |
| dc.creator | Claudia Cristina de Aguiar Pereira | |
| dc.creator | Wanderson Costa Bomfim | |
| dc.creator | Camila Siqueira Araújo | |
| dc.date.accessioned | 2024-12-13T11:28:37Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:57:42Z | |
| dc.date.available | 2024-12-13T11:28:37Z | |
| dc.date.issued | 2022-11 | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.issn | 978-65-991483-6-1 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/78650 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Encontro Nacional de Estudos Populacionais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Demografia | |
| dc.subject | Saúde do Idoso | |
| dc.subject | Fragilidade | |
| dc.subject | Expectativa de Vida | |
| dc.subject.other | Expectativa de vida | |
| dc.subject.other | Idoso frágil | |
| dc.title | Anos vividos com fragilidade em Minas Gerais: aplicação do índice de fragilidade ambulatorial | |
| dc.type | Artigo de evento | |
| local.citation.issue | XXII | |
| local.description.resumo | A fragilidade dos idosos é um conceito importante. Neste estudo obteve-se Índices de Fragilidade Laboratorial (IF-Lab) para a população idosa e posterior estimativa da esperança de vida com fragilidade a partir das idades 60; 65; 70; 75 e 80 anos. As informações sobre exames laboratoriais foram obtidas do número de exames alterados em relação ao total de exames realizados, do Centro Mais Vida, do HC/UFMG, para 2017 e 2018. Para a construção das tábuas de vida (biênio 2017/2018), estimativas da população de Minas Gerais foram obtidas no sítio eletrônico do Datasus para 2017 e 2018, por grupos quinquenais de idade; óbitos no mesmo período foram obtidos também no sítio do datatus. Em seguida, dada a prevalência de fragilidade considerada como IF-Lab superior a 0,30, foram obtidos os anos de vida que se pode esperar viver com e sem fragilidade. As prevalências variaram de 7,8% (70 -74) a 38,9% (60-64). A esperança de vida com fragilidade variou de 4,7 (60 anos) a 2,2 (80 anos). Contudo, o percentual de tempo vivido com fragilidade não se apresentou monotonicamente decrescente com avanço da idade: enquanto mais de 20% na exata idade 60 podiam esperar viver com fragilidade a partir desta idade, estes valores se mantiveram em 15% aos 65 anos e aos 70 anos, voltando a subir a partir da idade 75 (18,9%) e atingindo 21,5% a partir da idade 80. Conclui-se que a baixa prevalência aos 70 anos pode se dever a maior robustez do grupo etário que sobreviveu até essa idade, mas também não pode ser afastada a ideia de pequenos números no cálculo da prevalência. Ainda assim, as prevalências de fragilidade a partir da exata idade 65 são menores que aos 60 anos, ou seja, a ideia de mortalidade seletiva parece coerente. Palavras-chave: expectativa de vida; idoso fragilizado; demografia. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | MED - DEPARTAMENTO DE PROPEDÊUTICA COMPLEMENTAR | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://www.encontro2022.abep.org.br/download/download?ID_DOWNLOAD=30 |
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