Boas práticas de segurança do paciente relacionadas à gestão da medicação em dois hospitais públicos

dc.creatorClarice Chemello
dc.creatorRenata Gonçalves Diniz
dc.creatorMariana Martins Gonzaga do Nascimento
dc.date.accessioned2023-07-18T16:35:21Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:23:25Z
dc.date.available2023-07-18T16:35:21Z
dc.date.issued2019-03-31
dc.description.abstractObjectives: This study aims to analyze the compliance with the ISEP-Brazil patient safety good practice indicators related to medication management. It also aims to evaluate the applicability and limitations of these indicators in these hospitals. Methods: This is a cross-sectional study conducted in two large hospitals (H1 e H2) of the Minas Gerais public hospital network. The Group 5 icators (medication management) and additional information on the safety profile were collected in both hospitals in February 2018, through an on-site visit. The difference between the proportions of the items met at H1 and H2 was evaluated using the Pearson chi-square test at a level of statistical significance of 5%. Results: Both hospitals satisfactorily meet more than 65% of the items evaluated (H1=71.2%, H2=66.7%), with H1 meeting three more items (n=42) than H2 (n=39). There was no statistically significant difference between the proportions of items in compliance at H1 and H2 (p = 0.69). However, through additional collection, activities that were not evaluated by the ISEP-Brazil indicators which may contribute to patient safety were detected, especially in H1. Examples are clinical activities, computerization of the dispensing and emergency carts, daily check of dispensing errors. Conclusion: A considerable proportion of subitems followed the ISEP-Brazil indicators in hospitals. Although there was no statistically significant difference between these proportions, the additional on-site diagnosis allowed identification of a safer medication system in H1.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.30968/rbfhss.2019.101.0388
dc.identifier.issn2316-7750
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/56567
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGestão da segurança
dc.subjectServiço de farmácia hospitalar
dc.subjectIndicadores de serviços
dc.subjectSegurança do paciente
dc.subjectBenchmarking
dc.subjectArmazenamento de medicamentos
dc.subject.otherGestão da segurança
dc.subject.otherIndicadores de serviços
dc.subject.otherSegurança do paciente
dc.subject.otherServiço de farmácia hospitalar
dc.titleBoas práticas de segurança do paciente relacionadas à gestão da medicação em dois hospitais públicos
dc.title.alternativePatient safety best practices related to medication management in two public hospitals
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue1
local.citation.volume10
local.description.resumoObjetivos: analisar o cumprimento e avaliar a aplicabilidade e limitações dos indicadores de boas práticas de segurança do paciente ISEP-Brasil relacionados à gestão da medicação. Método: Estudo transversal, conduzido em dois hospitais (H1 e H2) de grande porte de uma rede hospitalar pública de Minas Gerais. Os indicadores do Grupo 5 (gestão da medicação) e informações adicionais sobre o perfil de segurança foram coletados em fevereiro e março de 2018 em uma visita in loco em ambos hospitais. Foi avaliada a diferença entre as proporções dos itens atendidos no H1 e H2 utilizando-se o teste qui-quadrado de Pearson sob um nível de significância estatística de 5%. Resultados: ambos os hospitais atendem satisfatoriamente a mais de 65% dos itens avaliados (H1=71,2%; H2=66,7%), sendo que o H1 cumpre com três itens a mais (n=42) do que H2 (n=39). Não houve diferença estatisticamente significativa entre as proporções de itens atendidos nos hospitais (p=0,69). Entretanto, mediante coleta adicional, verificou-se a realização de atividades não avaliadas pelos indicadores ISEP-Brasil, sobretudo no H1, que podem contribuir para a segurança do paciente como: realização de atividades clínicas, informatização da dispensação e estoque de carros de emergência, checagem diária de erros de dispensação. Conclusão: proporção considerável de subitens foi atendida nos hospitais. Apesar de não haver diferença estatisticamente significativa entre essas proporções, o diagnóstico adicional in loco permitiu identificação de um sistema de medicação mais seguro no H1.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1234-1561
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3098-6953
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2183-4365
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA SOCIAL
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rbfhss.org.br/sbrafh/article/view/388

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