Tendência da asma na adolescência no brasil: resultados da pesquisa nacional de saúde do escolar (pense) 2012 e 2015

dc.creatorRita de Cássiaribeiro-silva
dc.creatorMaurício Lima Barreto
dc.creatorDandara Ramos
dc.creatorAlvaro Augusto Cruz
dc.creatorMaryane Oliveira-campos
dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.date.accessioned2023-04-12T20:03:17Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:04:35Z
dc.date.available2023-04-12T20:03:17Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractObjective:To compare the evolution of asthma indicators in the editions of the National School Health Survey (PeNSE 2012 and 2015). Methods: Cross-sectional study including Brazilian 9th grade students from public and private schools. Wheezing was assessed through the question: “In the past 12 months, did you have wheezing (or chirping) chest? (yes/no)”, and to assess lifetime presence of asthma, the question was “Have you ever had asthma? (yes/no)”.Results: Of the students, 23,52% reported wheezing or chirping chest in the past 12 months, with prevalences ranging from 16,80% (in Salvador, Bahia) to 27,43% (in Porto Alegre, Rio Grande do Sul). Lifetime presence of asthma was reported by 17,92% of the students, ranging from 13,98% (in Campo Grande, Mato Grosso do Sul) to 30,35% (in Porto Alegre, Rio Grande do Sul). There was also a decrease in the prevalence of self-report of wheezing/chirping chest in the last 12 months between the two editions of the survey (2012/2015) in 20 of the 27 Brazilian state capitals, especially in Belo Horizonte, Florianópolis, Cuiabá and Goiânia. However, prevalence of lifetime diagnostic of asthma increased from 2012 to 2015 in 26 of the 27 Brazilian state capitals. Conclusion: There was a decrease in the prevalence of self-report of asthma symptoms and an increase of self-reported lifetime presence of asthma. Certainly, monitoring indicators of asthma prevalence is of high importance for health knowledge and the development of public policies.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/1980-549720180017.supl.1
dc.identifier.issn19805497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51870
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectSaúde Coletiva
dc.subjectAsma
dc.subject.otherAsma
dc.subject.otherAdolescência
dc.subject.otherFator de risco
dc.titleTendência da asma na adolescência no brasil: resultados da pesquisa nacional de saúde do escolar (pense) 2012 e 2015
dc.title.alternativeAsthma trend in adolescence in Brazil: results of the National Adolescent School-based Health Survey (PeNSE 2012-2015
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage10
local.citation.issueSuppl 1
local.citation.spage1
local.citation.volume21
local.description.resumoObjetivo: Comparar a evolução dos indicadores referentes à asma nas edições da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2012 e 2015.Métodos: Estudo transversal em que foram incluídos escolares do nono ano de escolas públicas e privadas das capitais brasileiras. Para saber se o escolar teve chiado no peito nos 12 meses anteriores ao inquérito, foi feita a pergunta: “Nos últimos 12 meses, você teve chiado (ou piado) no peito?” (sim/não). E para saber se teve asma alguma vez na vida foi questionado: “Você teve asma alguma vez na vida?” (sim/não).Resultados:Verificou-se que 23,52% dos estudantes relataram chiado ou piado no peito nos ultimos 12 meses, variando de 16,80% em Salvador (Bahia) a 27,43% em Porto Alegre (Rio Grande do Sul). Ter asma alguma vez na vida foi relatado por 17,92% dos estudantes, variando de 13,98% em Campo Grande (Mato Grosso do Sul) a 30,35% em Porto Alegre (Rio Grande do Sul). Também foi verificada redução da prevalência de chiado (ou piado) no peito nos últimos 12 meses, entre as duas pesquisas (PeNSE 2012 e 2015) em 20 das 27 capitais do Brasil, com destaque para Belo Horizonte, Florianópolis, Cuiabá e Goiânia. Por outro lado, houve aumento da prevalência daqueles que relataram asma alguma vez na vida em 26 das 27 capitais do país. Conclusão: Houve tendência à redução dos sintomas de asma nos últimos 12 meses, enquanto se observa aumento na proporção de adolescentes em que a asma foi referida alguma vez na vida. De certo que o monitoramento da asma ao longo dos anos é imprescindível para gerar conhecimentos e embasar políticas públicas de controle da asma.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8214-5734
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/1980-549720180017.supl.1

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