Rodizio de auditoria independente e gerenciamento de resultados: uma investigação entre empresas de capital aberto no Brasil

dc.creatorMarco Túlio Santos Parreira
dc.creatorEduardo Mendes Nascimento
dc.creatorLorenza Puppin
dc.date.accessioned2024-01-26T13:25:53Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:38Z
dc.date.available2024-01-26T13:25:53Z
dc.date.issued2018-07
dc.identifier.issn2676-0061
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63414
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso USP de Iniciação Científica em Contabilidade
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectContabilidade
dc.subjectGovernança corporativa
dc.subjectAuditoria
dc.subject.otherRodízio de auditoria
dc.subject.otherGerenciamento de resultados
dc.subject.otherGovernança corporativa
dc.subject.otherQualidade da informação contábil
dc.titleRodizio de auditoria independente e gerenciamento de resultados: uma investigação entre empresas de capital aberto no Brasil
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage20
local.citation.issue15
local.citation.spage1
local.description.resumoAs empresas listadas na B3 são obrigadas por força da lei a passarem por auditorias regulares e a publicarem seus informes financeiros e informações complementares. Nesse sentido, as demonstrações financeiras auditadas configuram importante recurso para boa prática de governança e transparência nas corporações empresariais modernas. De modo a diminuir a assimetria informacional e melhorar as essas práticas a CVM institui a necessidade de rodízio de auditoria. A presente pesquisa investigou se a substituição do auditor independente impacta, de alguma maneira, no gerenciamento de resultados (proxy adotada para qualidade da auditoria) nas empresas listadas na B3 entre 2012 e 2016. A amostra final foi constituída de 207 empresas não financeiras, resultando em 1890 observações, sendo que o rodízio de auditoria independente foi observado 280 vezes (51% voluntários) ao longo do período. Por meio do método de accruals de Pae (2005) e após a exclusão dos outliers, foi realizado a análise das médias dos grupos de modo a identificar se elas eram estatisticamente diferentes. Constatou-se que a mudança de auditoria independente não afeta os accruals totais, mas reduz os discricionários. Isso pode estar relacionado ao pouco conhecimento sobre o contexto do cliente ou receio de assumir riscos judiciais como, também, a detecção de erro ou revisão de procedimentos contábeis, por exemplo. De qualquer modo, a consequência para os stakeholders pode ser positiva, pois haverá uma nova perspectiva sobre os eventos econômicos e financeiros da organização, o que aumenta a qualidade e relevância da informação contábil. Por outro ângulo, se a nova auditoria não possuir a expertise, inclusive com os conhecimentos específicos (sistemas contábeis e a estrutura de controle interno da firma), a mudança pode resultar em perda para a informação contábil e, eventualmente, afetar a comparabilidade das demonstrações contábeis.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://congressousp.fipecafi.org/anais/18UspInternational/ArtigosDownload/851.pdf

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