Evaluation of accuracy of ihi trigger tool in identifying adverse drug events: a prospective observational study

dc.creatorMaria Das Dores Graciano Silva
dc.creatorMaria Auxiliadora Parreiras Martins
dc.creatorLuciana de Gouvêa Viana
dc.creatorLuiz Guilherme Passaglia
dc.creatorRenata Rezende de Menezes
dc.creatorJoão Antonio de Queiroz Oliveira
dc.creatorJose Luiz Padilha da Silva
dc.creatorAntonio Luiz Pinho Ribeiro
dc.date.accessioned2022-03-11T19:10:33Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:17:53Z
dc.date.available2022-03-11T19:10:33Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractObjetivos: Os eventos adversos a medicamentos (EAMs) podem comprometer seriamente a segurança e a qualidade da assistência prestada aos pacientes hospitalizados, exigindo a adoção de métodos precisos para monitorá-los. Buscamos avaliar prospectivamente a acurácia dos rastreadores propostos pelo Institute for Healthcare Improvement (IHI) para a identificação de EAMs. Métodos: Foi realizado um estudo prospectivo em um hospital universitário público em 2015 com pacientes maiores de 18 anos. Os gatilhos propostos pelo IHI e as alterações clínicas suspeitas de EAM foram pesquisados ​​diariamente. O número de dias em que o paciente esteve internado foi considerado como unidade de medida para avaliar a acurácia de cada rastreador. Resultados: Um total de 300 pacientes foram incluídos neste estudo. A média de idade foi de 56,3 anos (desvio padrão (DP) 16,0) e 154 (51,3%) eram do sexo feminino. A frequência de pacientes com EAMs foi de 24,7% e com pelo menos um gatilho foi de 53,3%. Dos pacientes que tiveram pelo menos um gatilho, os gatilhos mais frequentes foram antieméticos (57,5%) e 'parada abrupta de medicação' (31,8%). A sensibilidade dos gatilhos variou de 0,3 a 11,8% e o valor preditivo positivo variou de 1,2 a 27,3%. A especificidade e o valor preditivo negativo foram superiores a 86%. A maioria dos pacientes identificados pela presença de rastreadores não apresentava EAM (64,4%). Não foram identificados gatilhos em 40 (38,5%) ADEs. Conclusões: IHI Trigger Tool não mostrou boa acurácia na detecção de EAMs neste estudo prospectivo. A adoção de estratégias combinadas poderia aumentar a eficácia na identificação de falhas de segurança do paciente. Uma discussão mais aprofundada pode contribuir para melhorar a utilidade do gatilho na prática clínica.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1111/bcp.13665
dc.identifier.issn0306-5251
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/40032
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofBritish journal of clinical pharmacology
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEventos adversos a medicamentos
dc.subjectEfeitos colaterais relacionados ao medicamento e reações adversas
dc.subjectErros de medicação
dc.subjectGerenciamento de riscos
dc.subjectFerramenta de gatilho
dc.subject.otherTrigger tool
dc.subject.otherMedication erros
dc.subject.otherAadverse reactions
dc.subject.otherRisk management
dc.subject.otherAdverse drug ebents drug-related side effects
dc.subject.otherhospitais
dc.titleEvaluation of accuracy of ihi trigger tool in identifying adverse drug events: a prospective observational study
dc.title.alternativeAvaliação da precisão da ferramenta de gatilho ihi na identificação de eventos adversos a medicamentos: um estudo observacional prospectivo
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage2259
local.citation.spage2252
local.citation.volume84
local.description.resumoAims: Adverse drug events (ADEs) can seriously compromise the safety and quality of care provided to hospitalized patients, requiring the adoption of accurate methods to monitor them. We sought to prospectively evaluate the accuracy of the triggers proposed by the Institute for Healthcare Improvement (IHI) for identifying ADEs. Methods: A prospective study was conducted in a public university hospital in 2015 with patients over the age of 18. Triggers proposed by IHI and clinical alterations suspected to be ADEs were searched daily. The number of days in which the patient was hospitalized was considered as unit of measure to evaluate the accuracy of each trigger. Results: A total of 300 patients were included in this study. Mean age was 56.3 years (standard deviation (SD) 16.0), and 154 (51.3%) were female. The frequency of patients with ADEs was 24.7% and with at least one trigger was 53.3%. From those patients who had at least one trigger, the most frequent triggers were antiemetics (57.5%) and 'abrupt medication stop' (31.8%). The sensitivity of triggers ranged from 0.3 to 11.8% and the positive predictive value ranged from 1.2 to 27.3%. Specificity and negative predictive value were greater than 86%. Most patients identified by the presence of triggers did not have ADEs (64.4%). No triggers were identified in 40 (38.5%) ADEs. Conclusions: IHI Trigger Tool did not show good accuracy in detecting ADEs in this prospective study. The adoption of combined strategies could enhance effectiveness in identifying patient safety flaws. Further discussion might contribute to improve trigger usefulness in clinical practice.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE PROPEDÊUTICA COMPLEMENTAR
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://bpspubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/bcp.13665

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
2018_Evaluation of accuracy of ihi trigger tool in identifying adverse drug events a prospective observational study.pdf
Tamanho:
304.18 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
License.txt
Tamanho:
1.99 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: