A inaceitável tragédia das mortes maternas associadas à COVID-19: (re)politização da saúde e dos direitos das mulheres e o posicionamento da enfermagem brasileira

dc.creatorFrancisca Valda da Silva
dc.creatorKleyde Ventura de Souza
dc.date.accessioned2023-05-10T23:08:08Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:11:54Z
dc.date.available2023-05-10T23:08:08Z
dc.date.issued2020
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0034-7167.202073supl04
dc.identifier.issn1984-0446
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53061
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Enfermagem
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectObstetrícia
dc.subjectCOVID-19
dc.subjectEnfermagem Obstétrica
dc.subject.otherEnfermagem Obstétrica
dc.subject.otherCOVID-19
dc.subject.otherObstetrícia
dc.titleA inaceitável tragédia das mortes maternas associadas à COVID-19: (re)politização da saúde e dos direitos das mulheres e o posicionamento da enfermagem brasileira
dc.title.alternativeThe unacceptable tragedy of maternal mortality associated with COVID-19: (re)politicization of women’s health and rights and the position of Brazilian nursing
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage4
local.citation.issueSuppl 4
local.citation.spagee73supl04
local.citation.volume73
local.description.resumoNo ano de 2020 - elencado como o ano “Internacional dos Profissionais de Enfermagem e Obstetrícia” - a estratégia Nursing Now(1) justifica ainda mais a re-existência da enfermagem, com estratégias, ações inovadoras e transformadoras no enfrentamento de novos desafios que se impõem, especialmente, a partir do contexto da pandemia de COVID-19. No Brasil, as trabalhadoras da enfermagem - na linha de frente do cuidado, na pesquisa e na docência - têm envidado esforços na pela saúde da população brasileira e no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Vale destacar que, no campo da saúde das mulheres, há cerca de 40 anos a enfermagem obstétrica vem se colocando, com outros atores(as), na linha de frente de atuação no movimento da humanização do parto e nascimento – que ganhou concretude, em um campo mais amplo, com a criação da ReHuNa (Rede pela Humanização do Parto e Nascimento), em 1993; e, no campo mais específico da enfermagem obstétrica, com a fundação da Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiras Obstetras (ABENFO-Nacional), em 1992.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0971-1701
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/reben/a/jxgdvVBgPP38VPsrVSTcmDw/?lang=en

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