Supervisão dos pais e comportamento sexual entre adolescentes brasileiros

dc.creatorGleice Barbosareis
dc.creatorMarco Aurélio de Sousa
dc.creatorGisele Nepomuceno de Andrade
dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.creatorÍsis Eloah Machado
dc.creatorMariana Santos Felisbino-mendes
dc.date.accessioned2025-08-19T19:32:44Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:22:35Z
dc.date.available2025-08-19T19:32:44Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractObjective: To evaluate the association between parental supervision and sexual behaviors among Brazilian adolescents. Methods: Cross-sectional study with data from 102,072 adolescents who responded to the National Adolescent School-based Health Survey. We estimated the prevalence of sexual behaviors (initiation, use of condoms, contraception, and number of partners). Parental supervision was evaluated using a score considering five indicators. We calculated prevalence ratios (PR) adjusted by age and sex in order to estimate the association between parental supervision score and sexual behaviors of adolescents. Results: Prevalence of risky sexual behavior for adolescents with minimum and maximum parental supervision were: sexual initiation (min.: 58.0%; max.: 20.1%), condom use in the last sexual intercourse (min.: 50.9%; max.: 80.2%), use of contraceptives (min.: 40.8; max.: 49.1%), and mean number of partners (min.: 3.25; max.: 2.88). Parental supervision was greater among girls. Those with higher supervision scores had higher prevalence of condom use in the first and last sexual intercourse and of contraceptive methods, and a smaller mean number of partners, even after adjustments for sex and age. Conclusion: The greater the parental supervision, the better the sexual behavior for both sexes, although supervision seems to occur differently between girls and boys. These findings point to the role of the family in providing adolescents with monitoring, along with dialogue and affection, conditions that encourage healthy and risk-free sexual behavior.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/1980-549720230013.supl.1.1
dc.identifier.issn19805497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84430
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSexo sem Proteção
dc.subjectPlanejamento Familiar
dc.subjectAdolescente
dc.subjectRelações Pais-Filho
dc.subjectEquidade de Gênero
dc.subject.otherSexo sem Proteção
dc.subject.otherPlanejamento Familiar
dc.subject.otherAdolescente
dc.subject.otherRelações Pais-Filho
dc.subject.otherSaúde Reprodutiva
dc.subject.otherIniquidade de gênero.
dc.titleSupervisão dos pais e comportamento sexual entre adolescentes brasileiros
dc.title.alternativeParental supervision and sexual behavior among Brazilian adolescents
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage9
local.citation.issueSuppl 1
local.citation.spage1
local.citation.volume26
local.description.resumoObjetivo: Avaliar a associação entre a supervisão dos pais e comportamentos sexuais entre os adolescentes brasileiros. Métodos: Estudo transversal com dados de 102.072 estudantes do 9º ano que responderam à Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2015. Estimou-se a prevalência dos comportamentos sexuais (iniciação, uso de preservativo, contracepção e número de parcerias). A supervisão dos pais foi avaliada por meio de escore formado por cinco indicadores. Foram calculadas razões de prevalência ajustadas por sexo e idade para a análise das relações existentes entre o escore de supervisão dos pais e os comportamentos sexuais de adolescentes. Resultados: As prevalências de comportamentos sexuais em adolescentes com mínima e máxima supervisão parental foram: iniciação sexual (mín.: 58,0%; máx.: 20,1%), uso do preservativo na última relação sexual (mín.: 50,9%; máx.: 80,2%), de contraceptivos (mín.: 40,8; máx.: 49,1%) e número de parceiros (mín.: 3,25; máx.: 2,88). A supervisão parental apresentou maior magnitude no sexo feminino. Aqueles com maior escore de supervisão apresentaram maiores prevalências do uso de preservativos na primeira e última relação sexual, de métodos contraceptivos e menor média do número de parceiros, mesmo após ajustes por sexo e idade. Conclusão: Quanto maior a supervisão dos pais, melhores os comportamentos sexuais, para ambos os sexos, apesar de a supervisão ocorrer de forma diferenciada entre os sexos. Esses achados apontam o papel da família em proporcionar aos adolescentes monitoramento simultâneo ao diálogo e ao afeto, condição estimuladora do comportamento sexual saudável e livre de riscos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externa10.1590/1980-549720230013.supl.1.1

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