Variabilidade genética de amostras brasileiras de herpesvírus bovino 1 e 5
| dc.creator | Maria Emilia de Oliveira | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T18:07:26Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:39:21Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T18:07:26Z | |
| dc.date.issued | 2005-04-29 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUBD-ADQPS9 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Microbiologia | |
| dc.subject | Vírus do herpes em animais | |
| dc.subject | Variabilidade genética | |
| dc.subject | Herpesvírus 5 bovino | |
| dc.subject | Herpesvirus bovino 1 | |
| dc.subject.other | Microbiologia | |
| dc.title | Variabilidade genética de amostras brasileiras de herpesvírus bovino 1 e 5 | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Nivaldo da Silva | |
| local.contributor.advisor1 | Mauricio Resende | |
| local.description.resumo | Os principais herpesvírus bovinos identificados no Brasil são o herpesvírus bovino 1 (BHV-1) e o herpesvírus bovino 5 (BHV-5). O BHV-1 causa infecção do trato respiratório, podendo provocar também conjuntivite e aborto e o BHV-5 é o agente causal da encefalite bovina. Devido às extensas reações sorológicas cruzadas existentes entre eles a diferenciação entre BHV-1 e 5 tem sido feita através de análises do perfil de restrição do genoma destes vírus e ainda pela reação em cadeia pela polimerase. Como o BHV-1 e 5 exibem 85% de similaridade no seu genoma, o fragmento amplificado pode ser de mesmo tamanho nos dois vírus e por isto o PCR tem sido usado em conjunto com a RFLP. A caracterização molecular das amostras brasileiras de BHV ainda não está bem estabelecida, portanto, o presente trabalho foi desenvolvido com os objetivos de realizar uma caracterização biológica das amostras brasileiras de BHV-1 e 5, estabelecer um método de diferenciação entre elas, e determinar sua diversidade genética quanto a gB e relação filogenética. A caracterização biológica foi realizada pela observação do comportamento das amostras em cultivo celular. Para a obtenção do DNA viral foram testadas três diferentes metodologias, e a técnica de extração que utiliza o NaOH foi escolhida e otimizada. O DNA obtido tanto a partir de amostras de cultivo celular quanto de amostras clínicas foi utilizado na PCR, e a diferenciação entre as amostras de BHV-1 e 5 foi realizada pela RFLP do fragmento amplificado do gene que codifica para a glicoproteína B. O fragmento amplificado foi seqüenciado sendo observada a diversidade genética quanto a gB das amostras. Como resultado pudemos observar diferenças no efeito citopático entre as amostras de BHV-1 e BHV-5 infectadas em células MDBK. Após a otimização de metodologias de extração de DNA viral a escolhida para uso em nossos experimentos foi aquela em que se utiliza o NaOH, sendo a que apresentou um custo menor, foi a mais rápida e eficiente. O uso em conjunto da extração do DNA com NaOH e a PCR/RFLP foi ferramenta para uma rápida diferenciação entre as amostras de BHV-1 e 5, sugerindo o seu uso no diagnóstico direto de amostras clínicas. Foi observado uma conservação significativa entre as seqüências de nucleotídeos e de aminoácidos de parte do gene que codifica para a gB das amostras brasileiras analisadas neste trabalho com as e outros vírus da família Herpesviridae. A análise filogenética confirmou a proximidade entre as amostras analisadas neste estudo com as amostras de herpesvírus de bovino, búfalo, rangiferino e cervídeo. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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