Estudo da variabilidade genética deLeishmania (Viannia) braziliensis Vianna, 1911 de diferentes regiões do Brasil
| dc.creator | Ana Cristina Vianna Mariano da Rocha Lima | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-09T16:22:58Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:57:11Z | |
| dc.date.available | 2019-08-09T16:22:58Z | |
| dc.date.issued | 2010-12-21 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/SAGF-8HCK3K | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Leishmania brasiliensis | |
| dc.subject | Parasitologia | |
| dc.subject.other | Leishmania (Viannia) braziliensis | |
| dc.title | Estudo da variabilidade genética deLeishmania (Viannia) braziliensis Vianna, 1911 de diferentes regiões do Brasil | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Maria Norma Melo | |
| local.contributor.advisor1 | Celia Maria Ferreira Gontijo | |
| local.contributor.referee1 | Reginaldo Peçanha Brazil | |
| local.contributor.referee1 | Eduardo Sergio da Silva | |
| local.contributor.referee1 | Silvane Murta | |
| local.contributor.referee1 | Ricardo Toshio Fujiwara | |
| local.description.resumo | Leishmania (Viannia) braziliensis é a espécie mais prevalente nos casos humanos da leishmaniose tegumentar nas Américas. Polimorfismo genético têm sido encontrado em populações naturais de diferentes espécies de Leishmania, o que explicaria a adaptação destes parasitos às mudanças observadas nas condições ambientais. Neste estudo utilizou-se um painel significativo de isolados L. braziliensis de focos de LTA de diferentes regiões geográficas e biomas do Brasil. Os polimorfismos do DNA genômico foram analisados utilizando-se diferentes marcadores genéticos, comparou-se a variabilidade genética intra-específica das amostras e determinou-se as relações fenéticas entre elas. Na eletroforese de isoenzimas (MLEE), a maioria das amostras (87,3%) apresentou o perfil de migração idêntico ao da cepa padrão de L. braziliensis (M2903); 8 amostras (10,2%) apresentaram apenas um eletromorfo diferente para a enzima IDHNADP. Duas amostras (2,6%) apresentaram o perfil mais heterogêneo, com padrões diferentes de L. braziliensis para 3 enzimas (G6PDH, IDHNADP e MDH). Estas amostras foram designadas como variantes. Para o RAPD-PCR com o iniciador M1340F pode-se observar que o conjunto dos isolados formaram claramente dois grandes clusters, pela análise com o programa NTSYS, refletindo a diversidade genética entre as amostras de L. braziliensis testadas. A análise dos perfis gerados pela SSR-PCR evidenciou que os iniciadores CARY e K7 foram capazes de mostrar variabilidade intra-específica. Observou-se que com o iniciador CARY, as amostras agruparam-se em um clustrer, incluindo a cepa de referência de L. braziliensis. Por outro lado, com o iniciador K7 observou-se a formação de dois clusters. Uma árvore consenso foi gerada por parcimônia com os dados concatenados dos três marcadores utilizados (M1340F, CARY e K7) e observou-se a formação de dois clusters onde a maioria das amostras do bioma Amazônia /região Norte (58%) e região Nordeste (62%) estão juntas em um grupo e o bioma Cerrado /região Centro-Oeste (100%), Cerrado e Mata Atlântica (67%) e a região Sul (80%) estão em outro grupo, o que concorda com a análise feita pelo método de distância genética. Foram encontrados dois perfis para ITS1- HAEIII e após a análise dos géis foram identificados três perfis para hsp70-BstUI. Observou-se que o índice de similaridade médio entre as amostras para os testes de isoenzimas, RAPD-PCR com o iniciador M1340, SSR-PCR com o iniciador CARYe K7 foi de aproximadamente 70%, demonstrando a existência de variabilidade de L. braziliensis confirmada através das diferentes técnicas utilizadas. Combinando os resultados da análise por biomas e por região, podemos dizer que a maioria das amostras do bioma Amazonas, região Norte e bioma Caatinga estão sempre agrupadas em um mesmo clustere o bioma Cerrado, região centro-oeste em outro cluster. Este estudo refletiu a diversidade genética existente em L. braziliensis sugerindo a possibilidade de uma associação entre variabilidade e origem geográfica. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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