Vivência e instrução escolar: apropriação de conceitos matemáticos na EJA

dc.creatorDenise Alves de Araujo
dc.date.accessioned2023-11-17T14:16:29Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:51:41Z
dc.date.available2023-11-17T14:16:29Z
dc.date.issued2017-12-11
dc.description.abstractThe aim of this work is to understand how young adult and adult students from two different classrooms appropriate concepts of school mathematics. The main theoretical and methodological references are: Cultural-Historical Psychology, founded by Lev S. Vigotski and his collaborators, as well as studies derived from that theory; and Ethnography in Education, based on the work of the Santa Barbara Classroom Discourse Group. From the recognition of the social nature of the constitution of humans, Cultural-Historical Psychology enabled us to perceive the processes of appropriation of the mathematical concepts through the interactions established among the people in the classrooms. These processes were evidenced from an ethnography of the classroom which, with its intrinsic relation with the theories of culture, allows to establish a "logic of investigation" that meets the main assumptions of the Cultural-Historical theory. The empirical material was produced in 2015 by means of participant observation in the mathematics classes of two groups of beginners in the Youth and Adult Education Project - 2nd segment. The analyzes revealed the relation between school instruction and adult development, showing how instruction is shaped by the cultural constitution of people, by their experiences, which include their earlier contact with school mathematics, and condition their expectations regarding their return to school; and also by the historical constitution of each event in each one of the two classrooms. For that reason, the same teacher and very similar activities do not produce the same possibilities of participation and learning in both classrooms, demonstrating that the constitution of the psychological functions of human beings is a mediated process.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/61062
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherEducação de jovens e adultos
dc.subject.otherEducação matemática
dc.subject.otherPsicologia histórico-cultural
dc.subject.otherEnsino-aprendizagem
dc.subject.otherEtnografia em educação
dc.titleVivência e instrução escolar: apropriação de conceitos matemáticos na EJA
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Maria de Fátima Cardoso Gomes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5557506353125288
local.contributor.referee1Zoia Ribeiro Prestes
local.contributor.referee1Elizabeth dos Santos Braga
local.contributor.referee1Maria da Conceição Ferreira Reis Fonseca
local.contributor.referee1Orlando Gomes de Aguiar Junior
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7519712528497409
local.description.resumoO objetivo deste trabalho é compreender como jovens e adultos, de duas salas de aula, em processo de escolarização, se apropriam de conceitos da matemática escolar. Os principais referenciais teórico-metodológicos são: a Psicologia Histórico-Cultural, fundada por Lev S. Vigotski e seus colaboradores, e estudos decorrentes dessa teoria; e a Etnografia em Educação, baseada nos trabalhos do Santa Barbara Classroom Discourse Group. A partir do reconhecimento da natureza social da constituição do humano, a Psicologia Histórico-Cultural permitiu perceber os processos de apropriação dos conceitos por meio das vivências que emergem nas relações entre as pessoas na sala de aula. Esses processos se evidenciaram por meio de uma etnografia da sala de aula, que, com sua relação intrínseca com as teorias da cultura, permite estabelecer uma “lógica de investigação” em consonância com os principais pressupostos da teoria Histórico-Cultural. O material empírico foi produzido em 2015 pela observação participante nas aulas de matemática em duas turmas de iniciantes no Projeto de Ensino Fundamental de Jovens e Adultos – 2.º segmento. As análises revelaram a relação entre instrução escolar e desenvolvimento de adultos, mostrando como a instrução é moldada pela constituição cultural das pessoas, por suas vivências, que incluem a vivência com a matemática escolar e condicionam suas expectativas com relação ao retorno à escola; e também pela constituição histórica de cada evento em cada uma das duas salas de aula. Por essa razão, a mesma professora e atividades muito semelhantes não produziram, em cada uma delas, as mesmas possibilidades de participação e aprendizagem, mostrando como o desenvolvimento das funções psíquicas propriamente humanas é um processo mediado.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social

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