A fenomenologia da imaginação em Jean-Paul Sartre, caminho para uma interpretação estética da liberdade

dc.creatorRozangela Gontijo
dc.date.accessioned2019-08-14T05:17:50Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:35:05Z
dc.date.available2019-08-14T05:17:50Z
dc.date.issued2005-10-15
dc.description.abstractIn the treatise L'être et le Neant, Sartre refers clearly to an absolutly necessary freedom: The man is condemned to be free. The analysis of this human reality is accomplished in the imaginary where the ontologic statute of the image is explained. In the imaginary Sartre develops the unrealized function of the ilusory conscience, that shows his object as absent, against the perceptive conscience that puts this object as present and real. In conclusion Sartre says that the arts wold be the privileged place to meeting, between the conscience and the object. The relation between then is a shock, a meeting and this conception exemplify the total and absolute freedom.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9REGCV
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFilosofia francesa Séc XX
dc.subjectSartre, Jean-Paul, 1905-1980
dc.subjectEstetica
dc.subjectFilosofia
dc.subjectLiberdade
dc.subjectFenomenologia
dc.subjectFilosofia moderna Séc XX
dc.subject.otherFilosofia
dc.titleA fenomenologia da imaginação em Jean-Paul Sartre, caminho para uma interpretação estética da liberdade
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Emilio Cesar Pereira Rezende
local.contributor.referee1Virginia de Araujo Figueiredo
local.contributor.referee1Olimpio Jose Pimenta Neto
local.description.resumoEm seu tratado O Ser e o Nada, Sartre se refere explicitamente a uma liberdade absolutamente necessária . O homem é condenado a ser livre, A análise dessa realidade humana é efetuada também em O Imaginário onde o estatuto ontológico da imagem é elucidado. Em O Imaginário Sartre desenvolve a função irrealisante da consciênciaimaginante, que apresenta seu objeto como ausente, em oposição à consciência perceptiva que coloca seu objeto como presente e real. Nessa obra, na conclusão, Sartre diz que as artes seriam o lugar privilegiado para um encontro entre o Para-si e o Em-si. A relação daconsciência com o objeto estético é um choque, um reencontro e esta concepção exemplifica a liberdade total e absoluta.
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
dissertacao_rozangelagontijo.pdf
Tamanho:
11.64 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format