Role of osmotic stress and amino acid deprivation in paracoccidioides brasiliensis dimorphism
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Papel do estresse osmótico e privação de aminoácidos na Dimorfismo de Paracoccidioides brasiliensis
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Resumo
Paracoccidioidomycosis (PCM) is the most important systemic mycosis in South America, causing many deaths in the countries where it occurs. The disease is caused
by the thermo-dimorphic fungi Paracoccidioides brasiliensis and Paracoccidiodes Lutzii, found in nature under a mycelial form (M) and as a yeast (Y) in host tissues.
Transition between these two forms depends on the growth temperature, being M at 25°C and yeast at 37°C. This work aimed to evaluate the effect of osmotic stress,
lack of glucose and amino acid deficiency in P. brasiliensis dimorphism. Here we show that yeast to mycelium transition is inhibited, at room temperature, during
osmotic stress and amino acid deprivation conditions, but fungal cells maintain its growth rate and viability. Our data add to extensive available literature indicating
that P. brasiliensis dimorphism does not depends exclusively on growth temperature, and its morphogenesis can be influenced by multiple factors.
Abstract
A paracoccidioidomicose (PCM) é a micose sistêmica mais importante da América do Sul, causando muitas mortes nos países onde ocorre. A doença é causada
pelos fungos termodimórficos Paracoccidioides brasiliensis e Paracoccidiodes Lutzii, encontrados na natureza sob a forma micelial (M) e como levedura (Y) nos tecidos do hospedeiro.
A transição entre essas duas formas depende da temperatura de crescimento, sendo M a 25°C e levedura a 37°C. Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito do estresse osmótico,
ausência de deficiência de glicose e aminoácidos no dimorfismo de P. brasiliensis. Aqui mostramos que a transição de levedura para micélio é inibida, à temperatura ambiente, durante
estresse osmótico e condições de privação de aminoácidos, mas as células fúngicas mantêm sua taxa de crescimento e viabilidade. Nossos dados se somam à extensa literatura disponível, indicando
que o dimorfismo de P. brasiliensis não depende exclusivamente da temperatura de crescimento, e sua morfogênese pode ser influenciada por múltiplos fatores.
Assunto
Paracoccidioidomicose, Estresse osmótico
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www.oatext.com/pdf/CMID-3-136.pdf