(Re)existir aos enquadramentos do feminicídio : caminhos afetivos no dar a ver o fenômeno e suas vítimas

dc.creatorCecília Pinto Santos
dc.date.accessioned2023-05-13T21:30:46Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:24:56Z
dc.date.available2023-05-13T21:30:46Z
dc.date.issued2022-10-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53266
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectComunicação - Teses
dc.subjectFeminicídio - Teses
dc.subjectAfeto (Psicologia) - Teses
dc.subject.otherFeminicídio
dc.subject.otherAfetos
dc.subject.otherresistência
dc.subject.otherCorpo
dc.subject.otherCena
dc.subject.otherJornalismo
dc.title(Re)existir aos enquadramentos do feminicídio : caminhos afetivos no dar a ver o fenômeno e suas vítimas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Camila Maciel Campolina Alves Mantovani
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1090659685126101
local.contributor.referee1Sonia Caldas Pessoa
local.contributor.referee1Phellipy Pereira Jácome
local.contributor.referee1Rennan Lanna Martins Mafra
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2894276850007345
local.description.resumoEsta pesquisa é, primeiramente, uma imersão afetiva (STEWART, 2002; MENDONÇA E MORICEAU, 2016; MORICEAU, 2021) nos encontros com materialidades, as quais fizeram ver um caso de feminicídio que aconteceu na cidade de Bom Despacho – MG, em 2019. Nossa proposta é refletir e relatar as experiências de tais encontros de maneira a elaborar cenas (RANCIÈRE, 2021) mais sensíveis para falar sobre o feminicídio por meio da singularidade de cada caso. O fenômeno é caracterizado como um ato extremo de uma série contínua de violências de gênero (CAPUTI; RUSSELL, 1992) que se reverbera inclusive após a morte da vítima por meio de notícias jornalísticas; estas muitas vezes se revelam como uma “segunda morte” da vítima (CALDEIRA, 2017). Tendo os afetos como guia e, mediante o entrelaçamento de fotografias, de narrativas apresentadas pela mídia, de testemunhos de pessoas próximas à vítima e de escritas e gestos de pessoas que se indignaram com o caso, ensaiamos a tessitura de uma cena que se propõe enquanto outro caminho e outra possibilidade para dar a ver o feminicídio e cada caso. Tal cena se apresenta enquanto ruptura frente a essas práticas e gestos contínuos de violência que caracterizam o fenômeno na medida em que revela uma rearticulação dos corpos atravessados pelo feminicídio.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Comunicação Social

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