Movimentos sociais e militância como estratégia de enfrentamento performática
| dc.creator | Mateus Aparecido de Faria | |
| dc.creator | Maria Carmen Aires Gomes | |
| dc.creator | Celina Maria Modena | |
| dc.date.accessioned | 2022-03-10T18:46:54Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:03:06Z | |
| dc.date.available | 2022-03-10T18:46:54Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.issn | 25953206 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/39941 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Revista brasileira de estudos da homocultura | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | LGBT | |
| dc.subject | Militância | |
| dc.subject | Performatividade | |
| dc.subject | Movimentos sociais | |
| dc.title | Movimentos sociais e militância como estratégia de enfrentamento performática | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 19 | |
| local.citation.issue | 2 | |
| local.citation.spage | 4 | |
| local.citation.volume | 2 | |
| local.description.resumo | A comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, queer e outras identidades é o foco deste artigo por conta das formas que tem construído para lidar com violações de direitos ligados aos gêneros e as orientações sexuais em espaços sanitários, educacionais e políticos. Buscou-se compreender as estratégias de enfrentamento em relação a essas violências por uma lente pós-estruturalista, entendendo-as como performatividades. Dessa forma, o objetivo desse artigo é identificar e analisar as estratégias de enfrentamento contra violências motivadas por preconceitos em face de gêneros e/ou orientações sexuais, com foco no agir militante e nos movimentos sociais. Pesquisa qualitativa, realizada através de entrevistas com roteiro semiestruturado com nove pessoas não cis-heterossexuais.O grupo foi formado através da técnica Bola de Neve, tendo os movimentos sociais como informantes-chave na cadeia de contatos. As narrativas foram analisadas por meio de Análise do Discurso Crítica, ligada à Teoria Social do Discurso, juntamente com o auxílio do software KitConc versão 4.0. De acordo com as participantes dessa pesquisa, a militância é construída quase como de forma deôntica, pois auxilia na busca por uma vida boa em meio a vida ruim. Seja pela conversa com um amigo ou com o pai dele, o diálogo firma-se como o cerne militante de pessoas LGBTQ+. Aparece ainda a automilitância como a resistência de si, da incapacidade de despossuir-se, da ilusória autossuficiência do ser humano. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | http://www.revistas.unilab.edu.br/index.php/rebeh/article/view/159/187 |