Um estudo sobre o responder relacional de comparação com base na aceitação de substâncias psicoativas utilizando o IRAP

dc.creatorCésar Silva Rodrigues Oliveira
dc.creatorJoão Henrique de Almeida
dc.creatorRenato Bortoloti
dc.creatorThais Porlan de Oliveira
dc.creatorEdson Massayuki Huziwara
dc.date.accessioned2023-09-14T19:20:45Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:39:32Z
dc.date.available2023-09-14T19:20:45Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractThe present study aimed to evaluate, through the Implicit Relational Assessment Procedure (IRAP), the existence of a comparative relational response based on the accep-tance of psychoactive substances. It was possible to argue that even people who have never consumed such substances would be able to develop an order of acceptance similar to the order of consumption of these drugs in Brazil (i.e., alcohol more acceptable than tobacco; tobacco more acceptable than marijuana; and marijuana more acceptable than cocaine). Undergraduate students with low levels of alcohol consumption and with no previous his-tory of tobacco, marijuana, and cocaine use participated in the study. Participants completed four Likert scales to assess the acceptance of each psychoactive substance and responded to an IRAP programmed to assess the relational response of comparison between the four psy-choactive substances previously mentioned. Our findings did not confirm the hypothesis that the order of acceptance of psychoactive substances would follow the order of prevalence of use of these substances. In a post hoc analysis, only the data from IRAP served to differentiate participants with and without previous experience with alcohol. Considerations are made regarding the relationship between specific attitudes about psychoactive substances and their use, as well as about the programming of stimuli in IRAP and their limitations for assessing the relational response of comparison.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.description.sponsorshipFAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.18761/PAC.2021.v12.RFT.06
dc.identifier.issn2177-3548
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58686
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPerspectivas em Análise do Comportamento
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTestes psicológicos
dc.subjectEstímulos sensoriais
dc.subjectPsicotrópicos
dc.subjectPrevalência
dc.subject.otherImplicit Relational Assessment Procedure
dc.subject.otherResponder relacional de comparação
dc.subject.otherSubstâncias psicoativas
dc.subject.otherAceitação
dc.subject.otherPrevalência
dc.titleUm estudo sobre o responder relacional de comparação com base na aceitação de substâncias psicoativas utilizando o IRAP
dc.title.alternativeA study on the relational response of comparison based on the acceptance of psychoactive substances using the IRAP
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage264
local.citation.issue1
local.citation.spage249
local.citation.volume12
local.description.resumoO presente estudo objetivou avaliar, por meio do Implicit Relational Assessment Procedure (IRAP), a existência de um responder relacional de comparação com base na aceitação de substâncias psicoativas. Esperava-se que, mesmo pessoas que nunca consumiram tais substâncias, pudessem desenvolver uma ordem de aceitação semelhante à ordem de consumo dessas drogas no Brasil (i.e., álcool mais aceitável que o tabaco, tabaco mais aceitável que a maconha e maconha mais aceitável que a cocaína). Estudantes universitários com baixos níveis de consumo de álcool e sem história prévia de uso de tabaco, maconha e cocaína participaram do estudo. Os participantes preencheram quatro escalas Likert para aferir a aceitação de cada substância psicoativa e responderam a um IRAP programado para avaliar o responder relacional de comparação entre as quatro substâncias psicoativas mencionadas anteriormente. Nossos resultados não confirmaram a hipótese de que a ordem de aceitação das substâncias psicoativas seguiria a ordem de prevalência de uso destas substâncias. Em uma análise post hoc, somente os resultados do IRAP serviram para diferenciar participantes com e sem experiência prévia com álcool. São realizadas considerações a respeito da relação entre atitudes específicas sobre substâncias psicoativas e seu uso, bem como sobre a programação dos estímulos no IRAP e suas limitações para avaliar o responder relacional de comparação.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2982-026X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6389-8733
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7252-3738
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4313-5821
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistaperspectivas.org/perspectivas/article/view/718

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