O progresso e o estado de exceção econômico: apontamentos sobre a questão quilombola no Brasil

dc.creatorAndityas Soares de Moura Costa Matos
dc.creatorJailane Pereira da Silva
dc.date.accessioned2022-06-07T13:34:00Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:05:11Z
dc.date.available2022-06-07T13:34:00Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractThis communication aims to articulate the phenomenon of progress –here understood through a Benjaminian perspective that conceives it as “a storm that produces a heap of rubble”– and its relationship with the economic state of exception, taking the Brazilian Quilombola territories as an intersection point of this analysis. Recognizing that our reality is full of homines sacri, full of bare lives and that the sovereign decision is increasingly privatized by economic corporations, we chose the problems faced by traditional quilombolas communities to ponder the intended articulation, since the quilombo, as well as other traditional communities, seems to be a fertile barn to concretely analyze the institutes presented by Agam-ben and Benjamin, likewise to evaluate the nonsense of progress.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn1699-7549
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42309
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofAstrolabio: Revista Internacional de Filosofia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCiência Política
dc.subjectDesenvolvimento social
dc.subjectQuilombos
dc.subjectEconomia
dc.subject.otherQuilombos
dc.subject.otherViolência
dc.subject.otherResistências
dc.subject.otherFilosofia radical
dc.subject.otherEstado de exceção econômico permanente
dc.subject.otherEstado de exceção
dc.titleO progresso e o estado de exceção econômico: apontamentos sobre a questão quilombola no Brasil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage141
local.citation.issue19
local.citation.spage132
local.description.resumocomunicação que se apresenta busca articular o fenômeno do progres-so –aqui compreendido a partir do olhar benjaminiano, que o vislumbra como “uma tempestade que produz um amontoado de escombros”– e sua relação com o estado de exceção econômico, tomando como ponto de entrecruzamento dessa análise os territórios quilombolas do Brasil. Reconhecendo que a nossa realidade está repleta de homines sacri, cheia de vidas nuas e que a decisão soberana está cada vez mais privatizada pelas corporações econômicas, escolhemos os problemas enfrentados pelas comunidades tradicionais quilombolas para ponderarmos a articulação que intentamos, dado que, o quilombo, assim como as demais comunidades tradicionais, nos parece ser um celeiro fértil para analisarmos concretamente os institutos apresentados por Agamben e Benjamin, bem como avaliarmos os delírios do progresso.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0003-4249-4320
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentDIR - DEPARTAMENTO DE DIREITO DO TRABALHO E INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://raco.cat/index.php/Astrolabio/article/view/318858

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