Avaliação in vitro de fármacos antifúngicos contra Pythium insidiosum e Pythium periculosum isolados de ceratite em humanos

dc.creatorLuiza Rocha Vilela
dc.date.accessioned2024-09-18T11:03:40Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:59:10Z
dc.date.available2024-09-18T11:03:40Z
dc.date.issued2023-07-31
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/76588
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectPhytium
dc.subjectPitose
dc.subjectCeratite
dc.subjectTerapêutica
dc.subjectAntifúngicos
dc.subjectAnfotericina B
dc.subject.otherPhytium
dc.subject.otherCeratites
dc.subject.otherPythium insidiosum
dc.subject.otherPythium periculosum
dc.subject.otherTratamento
dc.subject.otherAntifúngico
dc.subject.otherAnfotericina B
dc.titleAvaliação in vitro de fármacos antifúngicos contra Pythium insidiosum e Pythium periculosum isolados de ceratite em humanos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Raquel Virginia Rocha Vilela
local.contributor.advisor1Latteshttps://lattes.cnpq.br/7808934998613719
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6525269652445874
local.description.resumoPythium insidiosum e Pythium periculosum são oomicetos pertencentes ao filo Straminopila e família Pythiaceae. São os agentes etiológicos da pitiose em mamíferos e podem causar ceratites progressivas graves que ameaçam a visão, o globo ocular e regiões adjacentes. Clinicamente, microbiologicamente e fenotipicamente, assemelham-se muito às ceratites fúngicas; sendo, portanto, conhecidos como microrganismos “parafungos”. Devido à ausência de protocolos para tratamento da pitose ocular, ao baixo número de estudos em drogas antifúngicas e à pequena taxa de sucesso em tratamentos medicamentosos, esse estudo se propôs avaliar a ação antifúngica in vitro. As drogas – anfotericina B, fluconazol, cetoconazol, itraconazol e posaconazol – foram testadas em um total de dez amostras, a saber: P. insidiosum (seis amostras) e P. periculosum (quatro amostras) isoladas de casos de ceratites. Todas as amostras já tinham sido previamente identificadas por PCR, sequenciamento de DNA e análises filogenéticas. Foram utilizados zoosporos, obtidos por zoosporogênese a partir de colônia obtida de um único zoosporo, garantindo homogeneidade da amostra. E realizados E-tests® com leitura posterior da Concentração Inibitória Mínima (MIC, medida em μg/mL). Os resultados obtidos foram uma suscetibilidade de 100% em todas as concentrações de MIC para a anfotericina B. In vitro, os microrganismos não se mostraram susceptíveis a nenhuma das demais drogas estudadas. Baseado nesses resultados, a anfotericina B, medicação já utilizada em tratamentos de ceratites, se torna, então, uma opção viável de tratamento para casos de ceratites por P. insidiosum e P. periculosum. No entanto, faz-se necessário um estudo mais aprofundado da ação da droga in vivo para maior elucidação e definição de protocolos definitivos para tratamento das ceratites causadas por esses oomicetos patogênicos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - Infectologia e Medicina Tropical

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