Flores que brotam no asfalto: a ética da sobrevivência na narrativa de mulheres jovens que participaram do tráfico de drogas

dc.creatorFernanda Menezes Santos
dc.date.accessioned2021-01-14T17:14:06Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:56:19Z
dc.date.available2021-01-14T17:14:06Z
dc.date.issued2020-08-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/34700
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectEducação feminina
dc.subjectTrafico de drogas - Mulheres - Aspectos sociais
dc.subjectTrafico de drogas - Moças - Reabilitação
dc.subjectTrafico de drogas - Mulheres - Narrativas pessoais
dc.subjectMulheres - Condições sociais
dc.subjectCriminosas - Educação
dc.subjectDelinquentes juvenis - Educação
dc.subjectJovens - Mulheres - Condições sociais
dc.subject.otherMulheres jovens
dc.subject.otherTráfico de drogas
dc.subject.otherRelato de si
dc.subject.otherÉtica da sobrevivência
dc.titleFlores que brotam no asfalto: a ética da sobrevivência na narrativa de mulheres jovens que participaram do tráfico de drogas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Shirley Aparecida de Miranda
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3847776763284981
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7214741793962457
local.description.resumoAs relações de poder que sustentam a atividade do tráfico de drogas no Brasil podem trazer as/xs/os suas/xs/eus participantes consequências variadas tais como a sociabilidade dentro de um grupo, o sustento financeiro, o encarceramento, a morte e outras expressões das violências. A participação de mulheres no tráfico de drogas não é um fenômeno recente, porém ganhou destaque com o aumento exponencial do encarceramento por essa atividade no Brasil desde 2006, após a promulgação da Nova Lei de Drogas. Flagrantemente a maioria das mulheres encarceradas no país são: pobres, negras/xs/os, jovens, mães e com baixo percurso escolar. Nesta pesquisa apresentamos as narrativas de quatro mulheres jovens que estiveram em algum momento de suas vidas envolvidas com o tráfico de drogas, e nos propomos a analisar como elas construíram através de suportes institucionais e pessoais novas possibilidades de vida que acontecem desvinculadas dessa atividade. Apoiaram-nos nas elaborações teóricas as perspectivas pós-estruturalistas sustentadas por Michel Foucault e Judith Butler. Também buscamos subsídios nas teóricas feministas negras (CREWNSHAL, 2002), (DAVIS, 2009, 2016), (COLLINS, 2016), (GONZALES, 2011), (CARNEIRO, 2005). Contribuem com nossa pesquisa também autoras/xs/es do campo da geografia (SANTOS, 2011), (SOUZA, 2013), da criminologia crítica (KARAM, 2013, 2015), (FILHO, 2007), (RODRIGUES, 2016) e da educação (GOMES, 2002), (ARROYO, 2018) e (DAYRELL, JESUS, 2013). Em nossos procedimentos metodológicos e analíticos utilizamos o recurso do relato de si (BUTLER, 2017) que se propõe a compreender através de uma cena de interpelação a ética produzida pelas sujeitas dentro das relações de poder que as circundam. Compareceram como principais suportes para a desvinculação das jovens com o tráfico de drogas o trabalho, a educação e, sobretudo os afetos construídos por elas com suas famílias: mães, filhos, sobrinha e irmã. A centralidade desta pesquisa é a viabilidade da vida, portanto investigamos dando ênfase à maneira como a agência e a resistência dessas jovens operam para fazer com que suas vidas sejam vivíveis, fazendo aparecer nesse contexto a ética da sobrevivência.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social

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