As veias continuam abertas: o rompimento da barragem de Fundão/MG e o modus operandi da Samarco (Vale/BHP Billiton).

dc.creatorClaudia Marcela Orduz Rojas
dc.creatorDoralice Barros Pereira
dc.date.accessioned2025-07-21T20:03:59Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:11:24Z
dc.date.available2025-07-21T20:03:59Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractOn November 5, 2015, the Fundão Dam, property of Samarco (Vale/BHP Billiton) broke, leaving 19 dead, thousands of victims and evidence of destruction all along the Rio Doce basin. Based on that catastrophic event, we attempt to understand the modus operandi of the corporations responsible for the crisis. We conclude that the mining companies have managed the disaster by privileging institutional and judicial arrangements. Those arrangements reveal an “unprecedented” and ambitious economic program that inaugurates the rise of disaster capitalism in Brazil.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.23925/ls.v22i41.46679
dc.identifier.issn1415854X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/83701
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofLutas Sociais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBarragens de rejeitos
dc.subjectDesastres ambientais
dc.subjectFalhas em barragens
dc.subjectAdministração de crises
dc.subject.other(Neo)extrativismo
dc.subject.otherBarragens de rejeitos
dc.subject.otherCapitalismo de desastres
dc.subject.otherRompimento barragem de Fundão
dc.titleAs veias continuam abertas: o rompimento da barragem de Fundão/MG e o modus operandi da Samarco (Vale/BHP Billiton).
dc.title.alternativeThe veins are still open: the breakage of the Fundão dam in Minas Gerais and the modus operandi of Samarco (Vale/BHP Billiton)
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage236
local.citation.issue41
local.citation.spage223
local.citation.volume22
local.description.resumoEm cinco de novembro de 2015, a barragem de rejeitos de Fundão, de propriedade da Samarco (Vale/BHP Billiton), rompeu, deixando 19 mortos, milhares de atingidos e um rastro de destruição ao longo da Bacia do Rio Doce. A partir desse contexto catastrófico, objetivamos compreender o modus operandi acionado pelas corporações responsáveis para gerir a crise provocada. Concluímos que as mineradoras têm administrado o desastre sob um leque de estratégias que privilegiam arranjos institucionais e judiciais. Tais arranjos revelam um “inédito” e ambicioso programa econômico que inaugura a ascensão do capitalismo de desastres no Brasil.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1355-2192
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.pucsp.br/index.php/ls/article/view/46679

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