Conectar no smartphone: uma física para alunos(as) surdos(as)

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Tipo

Dissertação de mestrado

Título alternativo

Primeiro orientador

Membros da banca

Eliane Ferreira de Sá
Sônia Marta de Oliveira

Resumo

Como ensinar ondas eletromagnéticas aos alunos surdos? ” Cientes dos nossos desafios, este foi o questionamento da pesquisa. Após discussão entre pesquisador e orientador, concluímos que iríamos explicar “ondas” para o aluno surdo a partir do artefato que a maioria deles utilizam em seu cotidiano: o Smartphone. Esta pesquisa apresenta a análise de uma sequência didática com conteúdo da Física, aplicada em uma turma composta por alunos surdos do ensino fundamental na modalidade de Educação de Jovens e Adultos - EJA de uma escola pública da Rede Municipal de Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais. Visando contribuir com o aprendizado dos alunos surdos na disciplina de Ciências com o conteúdo “ondas eletromagnéticas”, a partir da problematização da sequência didática: Como as palavras e as imagens saem de um celular e chegam no celular do amigo sentado ao lado? O uso de recursos metodológicos lúdicos e criativos, tais como imagens, artefatos tecnológicos e experimentos, pensados após cada aula ministrada pelo pesquisador, proporcionou uma mediação entre os alunos surdos e o conhecimento científico. Os dados foram coletados após observações em sala de aula, questionário perfil, relatos dos alunos, fotos, filmagens e dos registros realizados no caderno de campo referente ao acompanhamento das atividades em sala de aula. O objetivo principal desse trabalho é propor estratégias de ensino que promovam a aproximação dos alunos surdos aos conceitos da física por meio de elementos teóricos e práticos relacionados a problematizações, contextualização sócio-histórico-cultural, uso de imagens, representações, expressão em libras e linguagem oral, analogias e metáforas na construção do conhecimento sobre ondas eletromagnéticas.

Abstract

“How to teach electromagnetic waves to deaf students?” Aware of our challenges, this was the question of the research. After discussion between the researcher and the advisor, we concluded that we would explain “waves” to the deaf student based on the artifact that most of them use in their daily lives: the Smartphone. This research presents the analysis of a didactic sequence with Physics content, applied in a class composed by deaf students of the elementary school of a public school of the Municipal Network of Belo Horizonte, in the state of Minas Gerais. Aiming to contribute to the learning of deaf students in the discipline of Physics with the content "electromagnetic waves", from the problematic of the didactic sequence: How do words and images come out of a cell phone and arrive at the cell phone of the friend sitting next to it? The use of playful and creative methodological resources, such as images of technological artifacts and experiments, thought after each class taught by the researcher, provided a mediation between deaf students and scientific knowledge. The data were collected after classroom observations, a profile questionnaire, students' reports, photos, footage and records made in the field notebook regarding the monitoring of activities in the classroom. The main objective of this work is to propose teaching strategies that promote the approximation of deaf students to the concepts of physics through theoretical and practical elements related to problematizations, socio-historical-cultural contextualization, use of images, representations, expression in pounds and verbal language, analogies and metaphors in the construction of knowledge about electromagnetic waves.

Assunto

Educação, Educação especial, Surdos - Educação, Educação de adultos, Física - Estudo e ensino (Ensino Fundamental), Física - Estudo e ensino (Meios auxiliares), Física - Métodos de ensino, Smartphones - Aspectos educacionais, Ondas eletromagnéticas - Estudo e ensino (Ensino fundamental), Metáfora, Analogia (Lógica), Belo Horizonte (MG) - Educação

Palavras-chave

Ensino de física, Inclusão educacional, Alunos surdos, Analogias e metáforas

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