Bitucas e a materialização do equívoco: Qurna e suas paisagens potenciais

dc.creatorJosé Roberto Pellini
dc.date.accessioned2021-09-20T10:59:40Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:33:16Z
dc.date.available2021-09-20T10:59:40Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractPerhaps the greatest epistemic violence perpetrated by the Western against Egypt was not the appropriation of its materialities, but the construction of the idea of an exclusively pharaonic Egypt. As a consequence of this idealization process, the Egyp-tian landscape started to be modeled by Archaeologists, Egyptologists and the Egyptian government to represent only the Pharaonic past. The expulsion of the residents of the village of Qurna was the tragic outcome of this process. More than ten years after the process of expropriation of the Qurnawi community, much remains to be understood, especially how our scientific approaches affect local communities. In this sense, I propose to discuss the concept of landscape based on local theories, showing that before being a fixed element, the landscape is the result of a relationship.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.18224/mos.v13.n2.2020
dc.identifier.issn1983-7801
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38091
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofMosaico
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEgito
dc.subjectOntologia
dc.subjectPaisagem Aspectos sociais
dc.subjectDesapropriação
dc.subject.otherPaisagem
dc.subject.otherOntologia
dc.subject.otherRelacionalidade
dc.subject.otherEgito
dc.subject.otherQurna
dc.titleBitucas e a materialização do equívoco: Qurna e suas paisagens potenciais
dc.title.alternativeCigarette butts and the materialization of equivocation: Qurna and its potential landscapes
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage41
local.citation.spage30
local.citation.volume13
local.description.resumoTalvez a maior violência epistêmica perpetrada pelo Ocidente contra o Egito não tenha sido a apropriação de suas materialidades, mas a construção da ideia de um Egito exclusivamente faraônico. Como consequência deste processo de idealização, a paisagem egípcia passou a ser modelada por arqueólogos, egiptólogos e pelo governo egípcio para representar apenas o passado faraônico. A expulsão dos moradores da vila de Qurna foi o desfecho trágico deste processo. Mais de dez anos depois do processo de expropriação da comunidade qurnawi muito ainda precisa ser compreendido, principalmente como nossas abordagens científicas afetam as comunidades locais. Neste sentido proponho discutir o conceito de paisagem a partir das teorias locais, mostrando que antes de ser um elemento fixo, a paisagem é resultado de uma relação.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/ 0000-0003-3012-5288
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://seer.pucgoias.edu.br/index.php/mosaico/article/view/8202

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