Qual o melhor ponto de corte de índice de massa corporal para diagnosticar a obesidade em mulheres com artrite reumatoide? Um estudo que usa a composição corporal pela absorciometria com raios X de dupla energia

dc.creatorMaria Fernanda Resende Guimarães
dc.creatorMaria Raquel da Costa Pinto
dc.creatorRenata Santos Couto Raid
dc.creatorMarcus Vinicius Melo de Andrade
dc.creatorAdriana Maria Kakehasi
dc.date.accessioned2022-09-02T19:15:16Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:13:08Z
dc.date.available2022-09-02T19:15:16Z
dc.date.issued2016
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1016/j.rbr.2015.09.008
dc.identifier.issn0482-5004
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/44870
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista brasileira de reumatologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArtrite reumatoide
dc.subjectDensitometria óssea
dc.subjectComposição corporal
dc.subjectÍndice de massa corporal
dc.titleQual o melhor ponto de corte de índice de massa corporal para diagnosticar a obesidade em mulheres com artrite reumatoide? Um estudo que usa a composição corporal pela absorciometria com raios X de dupla energia
dc.typeArtigo de periódico
local.description.resumoIntrodução Medidas antropométricas universalmente usadas para diagnosticar obesidade na população geral podem não apresentar a mesma performance em pacientes com artrite reumatoide. Objetivos Determinar pontos de corte do índice de massa corporal (IMC) e da circunferência de cintura (CC) para detecção de obesidade em mulheres com artrite reumatoide (AR) por meio da comparação dessas medidas antropométricas habituais com os índices de adiposidade obtidos pela densitometria óssea por dupla emissão de raios X (DXA). Pacientes e método Mulheres adultas com mais de seis meses de diagnóstico de AR foram submetidas a avaliação clínica com medidas antropométricas e à DXA com exame da composição corporal. Resultados Foram incluídas 82 pacientes, média de 55± 10,7 anos. O diagnóstico de obesidade na amostra foi de 31,7% pelo IMC, 86,6% pela circunferência de cintura e 59,8% pela DXA. Considerando a DXA o padrão‐ouro, o valor de IMC acima de 25 kg/m2 foi o mais adequado para definição de obesidade nas pacientes com AR, apresentou sensibilidade de 80% e especificidade de 60%. Da mesma forma, para a CC, com 80% de sensibilidade e de 35% de especificidade, o valor encontrado foi de 86 cm para se detectar a obesidade. Conclusão Foi elevado o porcentual de pacientes obesas. Os pontos de corte tradicionalmente usados para obesidade não foram adequados para nossa amostra. Para essa população de pacientes femininas com diagnóstico de AR, o ponto de corte de 25 kg/m2 para IMC e de 86 cm para CC foi o mais adequado para definir obesidade.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE APARELHO LOCOMOTOR
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0482500416000206

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