Life expectancy with hearing loss: estimates for Brazil

dc.creatorLuzia de Oliveira Belo
dc.creatorMirela Castro Santos Camargos
dc.creatorWanderson Costa Bomfim
dc.creatorPatrícia Cotta Mancini
dc.date.accessioned2025-02-12T17:52:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:24:44Z
dc.date.available2025-02-12T17:52:22Z
dc.date.issued2023-05-02
dc.description.abstractObjetivo analisar a prevalência da perda auditiva autorreferida em relação à idade, sexo e regiões do Brasil e estimar a expectativa de vida com perda auditiva no Brasil, ao nascer e aos 60 anos, em ambos os sexos. Métodos foi utilizado o Método de Sullivan, combinando a tábua de vida e as prevalências de perdas auditivas no período, assim como a adoção de dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2013 e Tábuas de Vida Completas, por sexo, publicadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Resultados no Brasil, em 2013, a prevalência da perda auditiva aumentou gradativamente a partir dos 60 anos de idade, em ambos os sexos, sendo o masculino o mais afetado pela deficiência auditiva. A expectativa de vida ao nascer era de 71 anos e 2 meses para os homens e de 78 anos e 6 meses para as mulheres. Destes anos de vida, 3,4% (para homens) e 2,8% (para mulheres) eram com perda auditiva. Já aos 60 anos, essa diferença permanece, com expectativa de mais 19,9 anos para os homens e 21,7 anos para as mulheres. Nessa faixa etária, os homens apresentavam taxa de 2,2 anos (11,3%) com perdas auditivas, enquanto, para as mulheres, a taxa era 2,1 anos (9,7%). Conclusão no Brasil, com base nos dados de 2013, observou-se um aumento gradativo da prevalência de perda auditiva a partir dos 60 anos de idade para ambos os sexos. As mulheres apresentam maior expectativa de vida, maior expectativa de vida livre de perdas auditivas e vivem menor parcela de suas vidas com perdas auditivas, quando comparadas aos homens, independentemente da idade. A avaliação da expectativa de vida com perdas auditivas ao nascer e aos 60 anos pode auxiliar na compreensão das necessidades da população, o que permite o melhor planejamento de políticas públicas relacionadas à saúde auditiva dos indivíduos.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/2317-6431-2022-2677en
dc.identifier.issn2317-6431
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/79984
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofAudiology - Communication Research
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectExpectativa de vida
dc.subjectPerda Auditiva
dc.subjectAudição
dc.subjectPessoas com deficiência auditiva
dc.subject.otherLife expectancy
dc.subject.otherHearing
dc.subject.otherHearing loss
dc.subject.otherHearing disorders
dc.subject.otherQuality-adjusted life expectancy
dc.titleLife expectancy with hearing loss: estimates for Brazil
dc.title.alternativeExpectativa de vida com perda auditiva: estimativas para o Brasil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage8
local.citation.spage1
local.citation.volume28
local.description.resumoPurpose to analyze the prevalence of self-reported hearing loss in relation to age, gender and regions of Brazil and to estimate life expectancy with hearing loss in Brazil, at birth and at age 60, for both sexes. Methods the Sullivan method was used, combining the life table and the prevalence of hearing loss in the period, as well as the adoption of data from the 2013 National Health Survey and Complete Life Tables, by sex, published by the Brazilian Institute of Geography and Statistics. Results in Brazil, in 2013, the prevalence of hearing loss gradually increased from the age of 60, in both genders, with males being more affected by hearing loss. Life expectancy at birth was 71.2 years for men and 78.5 years for women. Of these years of life, 3.4% (for men) and 2.8% (for women) were with hearing loss. At age 60, this difference remains, with an expectation of another 19.9 years for men and 21.7 years for women. In this age group, men had a rate of 2.2 years (11.3%) with hearing loss, while for women the rate was 2.1 years (9.7%). Conclusion in Brazil, based on data from 2013, there was a gradual increase in the prevalence of hearing loss from the age of 60 for both genders. Women had higher life expectancy, greater life expectancy free of hearing loss and live a smaller portion of their lives with hearing loss than men, regardless of age. The assessment of life expectancy with hearing loss at birth and at age 60 can help to understand the needs of the population, which allows for better planning of public policies related to the hearing health of individuals.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1650-5201
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1151-3533
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7066-2868
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6535-1413
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE OFTALMOLOGIA E OTORRINOLARINGOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/acr/a/SLBTp7gNRbQTZ9vsHBWTcpr/?format=pdf&lang=en

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