Intersetorialidade e ações de combate à violência contra a mulher
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
O artigo busca entender qual é a capacidade das redes construídas no âmbito da Lei Maria da Penha e do projeto Mulheres da Paz para lidar com as temáticas da violência de gênero. Para tanto, foram comparadas as percepções de atores-chave no que se refere aos arranjos intersetoriais advindos da Lei Maria da Penha no município de Belo Horizonte e das redes de proteção criadas através do projeto Mulheres da Paz, de Uberaba, bem como entrevistas semiestruturadas com os beneficiários dessas ações. Conclui-se que ambas as ações apresentam múltiplas dificuldades em se institucionalizarem como práticas intersetoriais e parcerias sólidas com outras organizações que atendem mulheres vítimas de violência, evidenciando que, apesar dos discursos acerca da participação e intersetorialidade, cada vez mais presentes nas ações e políticas de enfrentamento à violência, na prática essas ações tiveram pouca ressonância.
Abstract
Assunto
Violência de Gênero, Colaboração Intersetorial
Palavras-chave
Violência de Gênero, Indicadores de desempenho e impacto, Avaliação, Mulheres da Paz
Citação
Curso
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https://doi.org/10.1590/1806-9584-2018v26n245859