Uso de pós de rocha e biocarvão para a produção do tomateiro

dc.creatorEduardo Domingues de Oliveira Junior
dc.date.accessioned2024-10-18T17:45:33Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:57:44Z
dc.date.available2024-10-18T17:45:33Z
dc.date.issued2024-05-03
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/77510
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSolos - Correção
dc.subjectRochas
dc.subjectCarvão vegetal
dc.subject.otherRemineralizadores de solo
dc.subject.otherRochagem
dc.subject.otherBiochar
dc.subject.otherSolanum lycopersicum var
dc.subject.otherCerasiforme
dc.titleUso de pós de rocha e biocarvão para a produção do tomateiro
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Luiz Arnaldo Fernandes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3677072293273147
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/2514760788070238
local.description.resumoO tomate é uma das hortaliças mais cultivadas e consumidas no Brasil, muito exigente em nutrientes, especialmente cálcio (Ca) e susceptível às pragas e doenças. A utilização de fontes ricas em magnésio (Mg) e silício (Si) é uma alternativa para equilibrar a relação Ca/Mg e contribuir para a maior tolerância das plantas às pragas e doenças. Nesse contexto, esse trabalho teve como objetivo avaliar os feitos da aplicação de biocarvão combinado com pós de rochas para a produção e nutrição de tomate cereja. O experimento foi realizado em duas etapas. Na primeira etapa, realizada em vasos em casa de vegetação, os solos foram incubados com corretivo da acidez do solo e com os respectivos tratamentos por 90 dias. Na segunda etapa foram cultivadas plantas de tomate. O experimento foi conduzido em esquema fatorial 2x5+3 (sem e com biocarvão, quatro pó-de-rochas e três tratamentos adicionais) com quatro repetições. O biocarvão foi produzido pela pirolise lenta de madeira de eucalipto. Os pós de rochas foram ardósia, verdete, dunito e dunito calcinado. Na primeira etapa, no estudo de incubação, de acordo coma as análises químicas do solo, houve diferenças entre os tratamentos apenas para os teores potássio (K), magnésio (Mg), ferro (Fe) e níquel (Ni). Os maiores valores de K foram obtidos nos tratamentos com verdete, enquanto os maiores teores de Mg, Fe e Ni, nos tratamentos com dunito e dunito calcinado. No experimento com plantas, os maiores teores de Mg também foram obtidos nos tratamentos com dunito e dunito calcinado. Para a produção e qualidade dos frutos de tomate, não houve diferenças entre os tratamentos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Produção Vegetal

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