Produções acadêmicas sobre interseccionalidade: discussões atuais no Brasil
| dc.creator | Danielly Mendes Dos Santos | |
| dc.creator | Luana Jessica Oliveira Carmo | |
| dc.creator | Luiz Alex Silva Saraiva | |
| dc.date.accessioned | 2023-03-29T21:13:35Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:12:14Z | |
| dc.date.available | 2023-03-29T21:13:35Z | |
| dc.date.issued | 2018-05 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/51343 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Simpósio Internacional Trabalho, Relações de Trabalho, Educação e Identidade | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Interseccionalidade (Sociologia) | |
| dc.subject.other | Interseccionalidade | |
| dc.subject.other | Revisão Sistemática | |
| dc.subject.other | Teorias Feministas | |
| dc.title | Produções acadêmicas sobre interseccionalidade: discussões atuais no Brasil | |
| dc.type | Artigo de evento | |
| local.citation.issue | 7 | |
| local.description.resumo | Este trabalho teve como objetivo investigar sobre a produção acadêmica relacionada à temática da interseccionalidade no Brasil nos últimos dez anos. De acordo com Costa, os estudos sobre interseccionalidade tiveram início na década de 1990 nos Estados Unidos, com as formulações de Patrícia Hill Collins e Kimberle Crenshaw. De acordo com Henning (2015), esse assunto tem sido abordado há mais tempo por americanos e europeus, entretanto, o autor afirma que as distintas vertentes da interseccionalidade tem sido pouco exploradas, sendo a abordagem mais direcionada à questão histórica e o percurso teórico de tal tema. Para tanto, optou-se por fazer uma revisão sistemática, utilizando o descritor “interseccionalidade” em três plataformas: Spell, CAPES e Scielo. Após passar pelos filtros: idioma: Português; Período de publicação: 2007 à 2017; tipo de trabalho artigos; os artigos foram categorizados de acordo com as seguintes categorias: Teorias Feministas; Estratégia Política; Justiça; Trabalho; Vulnerabilidade; Educação e Ciência; Sexualidade; Masculinidade; Saúde. Os resultados indicam houve um crescimento a partir do ano de 2013 de estudos que abordaram a temática da interseccionalidade, com uma expressiva produção sobre teorias feministas, estratégia política, vulnerabilidade, trabalho e sexualidade, mas também revelando poucas produções que abordem saúde, ciência e educação, masculinidade e justiça, demonstrando uma área de pesquisa em expansão, sugerindo uma abertura a um tema tão importante. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | http://sitre.appos.org.br/wp-content/uploads/2017/08/GT21-%E2%80%93-Filosofia-da-tecnologia-e-g%C3%AAnero.pdf |