Uso do arprinocid, nicarbazina e 3-5-dinitro-o-toluamida (d.o.t) no controle da coccidiose em reprodutoras pesadas para produção de pintos de corte

dc.creatorFernando Cristino Barbosa
dc.date.accessioned2019-08-13T15:15:33Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:31:55Z
dc.date.available2019-08-13T15:15:33Z
dc.date.issued1984-12-14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8QDPPU
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGalinha Doenças
dc.subjectCoccidiose em ave Controle
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleUso do arprinocid, nicarbazina e 3-5-dinitro-o-toluamida (d.o.t) no controle da coccidiose em reprodutoras pesadas para produção de pintos de corte
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Oswaldo Costa
local.contributor.referee1Jose Divino Lima
local.contributor.referee1Nelson Carneiro Baiao
local.description.resumoO presente experimento foi realizado com o objetivo de avaliar a eficiência dos anticoccídicos arprinocid, nicarbazina e 3-5-dinitro-o-toluamida (D.O.T.) em diversas dosagens e combinações, em programas de controle da coccidiose em galinhas matrizes. Foram utilizadas 840 matrizes, da linhagem comercial Cobb, de 1 dia a 20 semanas de idade. Estas aves foram alojadas em um galpão convencional, dividido em vários boxes. Como material de "cama" foi utilizado o cepilho de madeira. A ração utilizada foi a convencional para cada período etário e os anticoccidicos foram adicionados a mesma, constituindo programas de controle da coccidiose, assim descritos: I. controle (não medicado); II. arprinocid 60 ppm (0 a 20 semanas); III. nicarbazina 125 ppm (0 a 20 semanas); IV. D.O.T. 125 ppm (0 a 20 semanas); V. arprinocid 60 ppm (0 a 10 semanas), 45 ppm (11 a 15 semanas) e 30 ppm (16 a 20 semanas); VI. D.O.T. 125 ppm (0 a 10 semanas) e nicarbazina 125 ppm (ll a 20 semanas); VII. arprinocid 60 ppm (0 a 10 semanas) e nicarbazina 125 ppm (11 a 20 semanas). A exposição ao parasito ocorreu naturalmente durante o período de tratamento com esses anticoccidicos. Uma semana após a interrupção do uso desses medicamentos, as aves foram desafiadas, por via oral, com um inóculo misto de 100.000 oocistos contendo Eimeria tenella, E. necatrix, E. acervulina e E. maxima. Para testar o inóculo um grupo de 5 aves criadas em bateria com ração sem anticoccídico receberam 50.000 oocistos, cada uma do mesmo inóculo. Todas as aves criadas em bateria, apresentaram sintomas clínicos, com 100% de mortalidade,achados de necropsia e de laboratório que comprovaram a coccidiose e a eficiência do inóculo. As aves criadas no galpão não apresentaram manifestações clinicas ou mortalidade pela coccidiose, embora oocistos tenham sido recolhidos da "cama" de todos os boxes onde estavam alojadas as aves. Esses achados sugerem que os anticoccidícos usados nessas dosagens não devem ter interferido no desenvolvimento da imunidade das aves para a coccidiose. Por outro lado, o uso desses anticoccidicos parece ter prevenido o aparecimento de surto da doença nas condições em que foi realizado o experimento.
local.publisher.initialsUFMG

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