Estado nutricional de iodo em adolescentes gestantes e não gestantes assistidas na ESF em Vespasiano, MG

dc.creatorSilmar Paulo Moreira Rates
dc.creatorFlávio Diniz Capanema
dc.creatorBárbara do Amaral
dc.creatorCristina Marques Secundino
dc.creatorLetícia Miguez de Souza Michelli
dc.creatorRafaela Catelan Martins Pereira
dc.creatorFábio da Veiga Ued
dc.creatorCarlos Alberto Nogueira de Almeida
dc.date.accessioned2023-06-16T20:33:32Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:28:43Z
dc.date.available2023-06-16T20:33:32Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractObjectives: to evaluate the nutritional status of iodine in pregnant adolescents, taking into account the increase in the demand for iodine during pregnancy and the absence of iodization strategies for this population. Methods: cross-sectional study conducted with 62 pregnant and 71 non-pregnant adolescents assisted in primary care. The nutritional status of iodine was determined by urinary samples. The iodine concentration in the consumed culinary salt was also evaluated. For the comparative analyses of categorical variables, the Chi-square test was used and for the continuous variables, the Kruskal-Wallis test, considering a 95% confidence interval (CI) and significance level of 5%. Results: the mean iodine concentration in household salt was 25.1 mg/kg (CI95%= 11.1-67.5 mg/kg), with higher mean content in culinary salt in the group of pregnant women (p<0.028). Regarding the nutritional status of iodine, 71% of pregnant adolescents were deficient and 29% iodine-sufficient, with significant difference when compared to 38% of deficiency and 62% of sufficiency in the control group (p<0.001). Conclusions: there was an iodic deficiency among pregnant adolescents, even in the face of higher concentrations of iode in household salt, exposing a paradox between higher consumption and lower sufficiency in this group. Thus, it is suggested to consider iodine supplementation during pregnancy, seeking to minimize the effects of this deficiency on maternal and child health.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1806-93042021000400005
dc.identifier.issn1806-9304
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/55017
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Saúde Materno Infantil
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde pública
dc.subjectGestantes
dc.subjectGravidez na adolescência
dc.subjectSuplementos nutricionais
dc.subjectDeficiência de iodo
dc.subject.otherDeficiência de iodo
dc.subject.otherGestantes
dc.subject.otherAdolescentes
dc.subject.otherSuplementação nutricional
dc.subject.otherSaúde pública
dc.titleEstado nutricional de iodo em adolescentes gestantes e não gestantes assistidas na ESF em Vespasiano, MG
dc.title.alternativeNutritional status of iodine in pregnant and non-pregnant adolescents assisted at the Family Health Strategy in Vespasiano, MG
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage1053
local.citation.issue4
local.citation.spage1045
local.citation.volume21
local.description.resumoObjetivos: avaliar o estado nutricional de iodo em adolescentes gestantes, levando-se em consideração o aumento na demanda de iodo na gestação e a ausência de estratégias de iodização para essa população. Métodos: estudo transversal realizado com 62 adolescentes gestantes e 71 não gestantes assistidas na atenção primária. O estado nutricional de iodo foi determinado pela concentração de iodo em amostras urinárias. O teor de iodo no sal culinário também foi avaliado. Para as análises comparativas das variáveis categóricas utilizou-se o teste de qui-quadrado e para as variáveis contínuas o teste Kruskal-Wallis, considerando intervalo de confiança (IC) de 95% e nível de significância de 5%. Resultados: a média da concentração de iodo no sal domiciliar foi de 25,1 mg/kg (IC95%= 11,1-67,5 mg/kg), com maior teor médio no sal culinário de gestantes (p<0,028). Em relação ao estado nutricional de iodo, 71% das adolescentes gestantes mostraram-se deficientes e 29% iodo-suficientes, com diferença significativa quando comparadas aos 38% de deficiência e 62% de suficiência no grupo controle (p<0,001). Conclusões: observou-se deficiência iódica entre adolescentes gestantes, mesmo diante de maiores concentrações de iodo no sal domiciliar, expondo um paradoxo entre maior consumo e menor suficiência neste grupo. Assim, sugere-se considerar a suplementação de iodo na gestação, buscando-se minimizar os efeitos desta carência sobre a saúde materno infantil.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7623-0628
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5968-8589
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8074-0612
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7406-5542
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8681-4942
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2241-4821
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2184-4977
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1272-4404
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentHCL - HOSPITAL DAS CLINICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbsmi/a/dqFKmzCvMBhJxLyzjzDkcRN/?lang=pt

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