Supervisão dos pais e o consumo de álcool por adolescentes brasileiros: análise dos dados da pesquisa nacional de saúde do escolar de 2015

dc.creatorÍsis Eloah Machado
dc.creatorMariana Santos Felisbino Mendes
dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.creatorGustavo Velasquez-melendez
dc.creatorMaria Imaculada de Fátima Freitas
dc.date.accessioned2023-04-17T19:05:57Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:33:02Z
dc.date.available2023-04-17T19:05:57Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractObjective:To evaluate the relation between parental supervision and sociodemographic factors and alcohol use by Brazilian adolescents.Methods:This is a cross-sectional study with data from National School-based Health Survey (PeNSE) 2015, which included 16,608 adolescents aged 13 to 17 years, students from Brazilian public and private schools. Variables related to alcohol use, sociodemographic factors and parental supervision were evaluated. In order to analyze the relation between sociodemographic variables, parental supervision and use of alcohol among adolescents, prevalence ratios stratified by sex were used. Results: It was observed that 61.4% of the adolescents had tried alcohol, 27.2% had a drunken episode in their lifetime, 9.3% have had problems with alcohol and 29.3% reported alcohol use in last 30 days. The lack of parental supervision was associated with increased use of alcohol. The proportion of alcohol use was higher for girls, and also among those who were older than 16 years, worked, did not live with one or both parents, and lived in the South, regardless of sex. Conclusion:The results showed early alcohol experimentation and occurrence of problems due to its use among Brazilian adolescents. In addition, the lack of monitoring by parents and guardians shows a risk of alcohol use in this age.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/1980-549720180005.supl.1
dc.identifier.issn19805497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/52080
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectConsumo de Bebidas Alcoólicas
dc.subjectRelações Pais-Filho
dc.subjectComportamento do Adolescente
dc.subject.otherAdolescente
dc.subject.otherConsumo de bebidas alcoólicas
dc.subject.otherRelações pais-filho
dc.subject.otherFatores socioeconômicos
dc.titleSupervisão dos pais e o consumo de álcool por adolescentes brasileiros: análise dos dados da pesquisa nacional de saúde do escolar de 2015
dc.title.alternativeParental supervision and alcohol use among Brazilian adolescents: analysis of data from National School-based Health Survey 2015
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage13
local.citation.issueSuppl 1
local.citation.spage1
local.citation.volume21
local.description.resumoObjetivo: Avaliar a relação de indicadores de supervisão dos pais e fatores sociodemográficos com o uso de álcool pelos adolescentes brasileiros. Métodos: Trata-se de estudo transversal com dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2015. A amostra foi composta de 16.608 adolescentes de 13 a 17 anos estudantes de escolas públicas e privadas brasileiras. Foram analisadas variáveis relacionadas ao uso de álcool, aos fatores sociodemográficos e aos indicadores de supervisão dos estudantes pelos pais. Foram calculadas razões de prevalência (RPs) para análise das relações existentes entre as variáveis sociodemográficas, de supervisão dos pais e o uso de álcool por adolescentes. As análises foram estratificadas por sexo. Resultados: Encontrou-se que 61,4% dos adolescentes já haviam experimentado bebida alcoólica, 27,2% já tiveram episódio de embriaguez alguma vez na vida, 9,3% já tiveram problemas devido ao uso de álcool e 29,3% relataram uso nos últimos 30 dias. Menores escores de supervisão dos pais se associaram à maior prevalência de uso de álcool, que também foi elevada entre as meninas, os que tinham idade superior a 16 anos, moravam na Região Sul, trabalhavam e não moravam com os pais. Conclusão: Os resultados obtidos evidenciaram, em adolescentes, a experimentação precoce de bebidas alcoólicas e a ocorrência de problemas devido ao uso da substância. Além disso, a falta de supervisão e acompanhamento mais próximo dos filhos pelos pais e responsáveis aumentou o uso de álcool nessa idade.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8214-5734
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/1980-549720180005.supl.1

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