A palavra na cena analítica

dc.creatorLúcio Roberto Marzagão
dc.date.accessioned2019-08-12T20:06:26Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:13:34Z
dc.date.available2019-08-12T20:06:26Z
dc.date.issued1984-12-14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9WVFZY
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFilosofia
dc.subjectPsicanalise e filosofia
dc.subject.otherFilosofia
dc.titleA palavra na cena analítica
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose de Anchieta Correa
local.description.resumoEste trabalho toma como ponto de partida uma constatação: todo filosofo que pretenda se dedicar aquelas questões mais controvertidas do Saber, inevitavelmente, terá de se defrontar com indagações e desafios que começaram a ser postos desde o inTcio deste século pela Psicanálise. Por outro lado, qualquer estudioso de Psicanálise que procure refletir criticamente, compreender e situar sua prática ou teoria, também, indubitavelmente, se verá frente a necessidade de apreciação de noções filosóficas. E claro que o chamamento e reconhecimento da Psicanálise pela Filosofia não se fez, nem se faz, sem alguma relutância e ceticismo (POLITZER, 1975). As questões postas, bem como as respostas declaradas inexistentes a partir de Freud, forçaram os filósofos a despertarem mais uma vez do sono dogmático. Energética ou Hermenêutica (cf. RICOEUR, 1977; 1978)? Em contrapartida não encontramos nenhuma dificuldade em identificar estudiosos de Psicanálise, especialmente dentre aqueles envolvidos com a prática sistemática, portando uma concepção de prática filosófica ingênua e equivocada: pensam uma prática arrancada de seu contexto histórico. Como seria possível filosofar sem fazer história?
local.publisher.initialsUFMG

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