Estudo do Vírus da Língua azul (BTV) e Vírus da Doença Epizoótica Hemorrágica (EHDV) em Ungulados do Jardim Zoológico da Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil

dc.creatorEduardo Alves Caixeta
dc.date.accessioned2023-08-07T17:05:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:04:00Z
dc.date.available2023-08-07T17:05:05Z
dc.date.issued2023-02-16
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/57537
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMedicina veterinária preventiva
dc.subject.otherCervídeo
dc.subject.otherVírus da língua azul
dc.subject.otherDoenças transmissíveis em animais
dc.titleEstudo do Vírus da Língua azul (BTV) e Vírus da Doença Epizoótica Hemorrágica (EHDV) em Ungulados do Jardim Zoológico da Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Zélia Inês Portela Lobato
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3114220357898003
local.contributor.referee1Julia Angelica Goncalves da Silveira
local.contributor.referee1José Mauricio Barbanti Duarte
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2294751506293045
local.description.resumoForam realizados, na Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica de Belo Horizonte (FPMZB-BH), estudos relacionados à Orbivírus e seus vetores. Foram recebidas amostras do banco de soro, de 2012 a 2021, e de animais manipulados em procedimentos de rotina da FPMZB-BH durante o período do projeto, 2021 a 2022. Um total de 72 amostras de soro de 14 espécies foram testadas e destas, 75% (54/72) foram soropositivas para Vírus da Língua Azul (BTV) e 19% (11/59) para Vírus da Doença Epizoótica Hemorrágica (EHDV), todas originadas de espécies de hospedeiros susceptíveis à infecção pelo BTV e pelo EHDV, entre elas várias espécies de cervídeos. Durante este período foram realizadas as coletas de Culicoides sp. e identificou-se uma maior prevalência destes insetos nos meses de verão, especialmente em fevereiro. Foi identificado que maiores temperaturas, umidade e acúmulo de fezes, bem como a proximidade com animais de grande porte como camelos e elefantes podem estar relacionados com uma maior captura de Culicoides. Foram identificados Culicoides do grupo guttatus (Coquillett), 1904, Culicoides venezuelensis Ortíz & Mirsa, 1950, Culicoides debilipalpis Lutz, 1913, Culicoides foxi Ortíz, 1950, Culicoides do grupo Limai, Culicoides pusillus Lutz, 1913, Culicoides paraensis (Goeldi), 1905, Culicoides insignis Lutz, 1913. As espécies C. insignis e C. pusillus são vetores descritos como competentes para transmissão dos Orbivírus estudados, a primeira espécie consiste em 75% dos maruins coletados e a segunda 6%. Ademais, foi identificada uma espécie ainda não relatada no estado de Minas Gerais, C. debilipalpis, também suspeita de ser transmissora destes Orbivírus. Foi analisada a preferência alimentar de algumas espécies de Culicoides e demonstrado que o C. insignis se alimenta em cervídeos, cervo-nobre (Cervus elaphus) e cervo-dama (Dama dama). Diferentes espécies de Culicoides também foram identificadas alimentando-se em seres humanos, trazendo preocupação em relação à probabilidade de transmissão de arboviroses no local. Além destes estudos, foi realizada a sorotipificação de EHDV em uma amostra isolada um veado-catingueiro (Subulo gouazoubira) que veio a óbito em 2020 na FPMZB-BH com sinais de doença hemorrágica. O sorotipo identificado foi EHDV-2.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentVET - DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal

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