Fragmentos da vida cotidiana: um estudo fílmico sobre a criança rural
| dc.creator | Tamara Braga Ribeiro | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-13T16:06:02Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:29:27Z | |
| dc.date.available | 2019-08-13T16:06:02Z | |
| dc.date.issued | 1989-08-28 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/FAEC-873NL4 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Educação Aspectos sociais | |
| dc.subject | Educação rural | |
| dc.subject | Trabalhadoras rurais Educação | |
| dc.subject.other | Crianças trabalhadoras | |
| dc.subject.other | Trabalho rural | |
| dc.title | Fragmentos da vida cotidiana: um estudo fílmico sobre a criança rural | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Elza Maria da Silva Cataldo | |
| local.contributor.referee1 | Glaura Vasques de Miranda | |
| local.contributor.referee1 | Hélio Salles Gentil | |
| local.contributor.referee1 | Marcius Cesar Soares Freire | |
| local.description.resumo | Vicente e Eva, protagonistas de uma história semelhante a tantas outras histórias de crianças trabalhadoras do meio rural no Alto Jequitinhonha, tradicional região rica e miserável do estado de Minas Gerais. Entre diamantes do rio, cristais de lavras, grandes plantações de empresas agrícolas e de reflorestamento, nas chapadas, sobrevivem-nos grotões-homens, mulheres e crianças na mais precária condição de vida e trabalho. O acesso a essa problemática se deu quando da produção de um documentário sobre a criança do meio rural. A locação escolhida foi o vale do jequitinhonha, mais precisamente o município de Turmalina e arredores: bocaiúva, Chapada do Norte, Itamarandiba. Esta dissertação se constrói a partir dessas histórias do convívio com seus personagens, dos espanto com essa situação, da experiência na equipe de filmagens e da análise do material para montagem do filme. E desta forma é uma sistematização em linguagem escrita do trabalho realizado por esta equipe e uma das leituras possíveis acerca deste material e destes encontros. O eixo desta leitura é o cotidiano da criança do meio rural. Trata-se da criança não como uma categoria abstrata, mas de um sujeito social entre os sete e quartoze anos de idade, aluno de escola pública de primeiro grau, necessitando do seu trabalho para sobreviver num meio rural em processo de transformação das relações sociais. O cotidiano dessa criança é entendido como sendo as relações estabelecidas por ela no seu dia-a-dia, suas ações corriqueiras,seus hábitos, suas batalhas pela sobrevivência diária e seus movimentos no espaço social em que vive. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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