Development of a model of Saint Louis encephalitis infection and disease in mice

dc.creatorRafael Elias Marques
dc.creatorJuliana Lemos Del Sarto
dc.creatorRebeca de Paiva Fróes Rocha
dc.creatorGiovanni Freitas Gomes
dc.creatorAllysson Cramer
dc.creatorMilene Alvarenga Rachid
dc.creatorDanielle da Glória de Souza
dc.creatorMaurício Lacerda Nogueira
dc.creatorMauro Martins Teixeira
dc.date.accessioned2026-04-08T20:11:53Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractBackground: Flaviviruses are a genre of closely related viral pathogens which emerged in the last decades in Brazil and in the world. Saint (St.) Louis encephalitis virus (SLEV) is a neglected flavivirus that can cause a severe neurological disease that may lead to death or sequelae. St. Louis encephalitis pathogenesis is poorly understood, which hinders the development of specific treatment or vaccine. Methods: To address this problem, we developed a model of SLEV infection in mice to study mechanisms involved in the pathogenesis of severe disease. The model consists in the intracranial inoculation of the SLEV strain BeH 355964, a strain isolated from a symptomatic human patient in Brazil, in adult immunocompetent mice. Results: Inoculated mice presented SLEV replication in the brain, accompanied by tissue damage, disease signs, and mortality approximately 7 days post infection. Infection was characterized by the production of proinflammatory cytokines and interferons and by leukocyte recruitment to the brain, composed mainly by neutrophils and lymphocytes. In vitro experiments indicated that SLEV is able to replicate in both neurons and glia and caused neuronal death and cytokine production, respectively. Conclusions: Altogether, intracranial SLEV infection leads to meningoencephalitis in mice, recapitulating several aspects of St. Louis encephalitis in humans. Our study indicates that the central nervous system (CNS) inflammation is a major component of SLEV-induced disease. This model may be useful to identify mechanisms of disease pathogenesis or resistance to SLEV infection.
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1186/s12974-017-0837-2
dc.identifier.issn1742-2094
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/2404
dc.languageInglêspt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofJournal of Neuroinflammation
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectEncefalite de st. louis
dc.subjectVírus da encefalite de st. louis
dc.subject.otherSt. Louis encephalitis
dc.subject.otherSLEV
dc.subject.otherMouse model
dc.subject.otherViral encephalitis
dc.subject.otherInflammation
dc.titleDevelopment of a model of Saint Louis encephalitis infection and disease in mice
dc.title.alternativeDesenvolvimento de um modelo de infecção e doença da encefalite de Saint Louis em camundongos
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage14
local.citation.issue61
local.citation.spage1
local.citation.volume14
local.description.resumoFundo: Os flavivírus são um gênero de patógenos virais intimamente relacionados que emergiram nas últimas décadas no Brasil e no mundo. O vírus da encefalite de Saint Louis (SLEV) é um flavivírus negligenciado que pode causar uma doença neurológica grave, podendo levar à morte ou sequelas. A patogênese da encefalite de Saint Louis ainda é pouco compreendida, o que dificulta o desenvolvimento de tratamentos ou vacinas específicos. Métodos: Para abordar esse problema, desenvolvemos um modelo de infecção por SLEV em camundongos para estudar os mecanismos envolvidos na patogênese da doença grave. O modelo consiste na inoculação intracraniana da cepa BeH 355964 do SLEV, uma cepa isolada de um paciente humano sintomático no Brasil, em camundongos adultos imunocompetentes. Resultados: Camundongos inoculados apresentaram replicação do SLEV no cérebro, acompanhada de danos teciduais, sinais da doença e mortalidade aproximadamente 7 dias após a infecção. A infecção foi caracterizada pela produção de citocinas pró-inflamatórias e interferon, bem como pelo recrutamento de leucócitos para o cérebro, compostos principalmente por neutrófilos e linfócitos. Experimentos in vitro indicaram que o SLEV é capaz de se replicar tanto em neurônios quanto em células da glia, causando morte neuronal e produção de citocinas, respectivamente. Conclusões: Em suma, a infecção intracraniana pelo vírus da encefalite de St. Louis (SLEV) leva à meningoencefalite em camundongos, reproduzindo diversos aspectos da encefalite de St. Louis em humanos. Nosso estudo indica que a inflamação do sistema nervoso central (SNC) é um componente importante da doença induzida pelo SLEV. Este modelo pode ser útil para identificar mecanismos de patogênese da doença ou resistência à infecção pelo SLEV.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E IMUNOLOGIA
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::MICROBIOLOGIA
local.url.externahttps://link.springer.com/article/10.1186/s12974-017-0837-2#Sec2

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