Escola, proteção e direito à cidade: pontos e contrapontos no debate das experiências infantis

dc.creatorAline Regina Gomes
dc.creatorLarissa Maria Santos Altemar
dc.creatorTúlio Campos
dc.date.accessioned2022-05-26T20:36:56Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:36:55Z
dc.date.available2022-05-26T20:36:56Z
dc.date.issued2017-03
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42009
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSeminário Internacional Infâncias Sul-americanas: Crianças nas Cidades, Políticas e Participação
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDireitos das crianças
dc.subjectEspaços públicos
dc.subjectInfância
dc.subject.otherDireito à cidadania
dc.subject.otherEspaço urbano
dc.subject.otherInfância - Aspectos sociais
dc.titleEscola, proteção e direito à cidade: pontos e contrapontos no debate das experiências infantis
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage334
local.citation.spage321
local.description.resumoDimensões distintas são apontadas nos trabalhos acadêmicos sobre a relação criança e cidade, ancorados em diversos referenciais teórico-metodológicos da sociologia, da antropologia e da geografia da infância. Entende-se a criança não apenas como objeto de políticas urbanísticas construídas pelo adulto, mas como ator social que vive a cidade e a modifica, através de sua participação no espaço público. Se tradicionalmente associa-se à criança aos domínios dos espaços privados da casa e da escola, os estudos contemporâneos entendem a criança como usuária da cidade e de seus equipamentos e serviços. O objetivo deste trabalho é, a partir da literatura disponível, levantar os pontos e contrapontos sobre as experiências infantis nos usos da cidade, tratando-as com dois enfoques. No primeiro, iremos abordar as práticas e demandas de proteção das crianças na cidade, de forma a tensionar as representações do espaço “rua” no contexto urbano contemporâneo. O segundo enfoque se refere às interações infantis que acontecem quando crianças se movem e exploram equipamentos públicos e privados da cidade em contextos escolares e, portanto, institucionalizados. Entendemos que esta análise bifocal vai ao encontro das discussões sobre a complexidade da vida contemporânea urbana, na qual periculosidade, confinamento e segregação parecem ser as palavras de ordem. Enquanto algumas pesquisas destacam que a restrição e privatização dos espaços de circulação das crianças em especial nas metrópoles brasileiras sinalizam um empobrecimento da experiência social infantil, outras pesquisas buscam dar visibilidade às apropriações e usos do espaço urbano pelas crianças. Nesse sentido, cada vez mais as crianças apresentam experiências distintas, definidas no entrecruzamento de categorias identitárias (local de moradia, classe social, pertencimento de gênero, étnico-racial e etário). Espera-se, com isso, contribuir com apontamentos e reflexões nesse rico território de debate “infância e cidade”, na qual o campo de estudos sobre a infância tem se debruçado atualmente.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentCP - CENTRO PEDAGOGICO - 1o.GRAU
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www4.fe.usp.br/wp-content/uploads/infanciasok.pdf

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