Diferencial de atitude frente ao uso de contracepção moderna entre as etnias quenianas, 1989 - 2008

dc.creatorBarbara Avelar Gontijo
dc.date.accessioned2019-08-14T17:55:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:34:16Z
dc.date.available2019-08-14T17:55:05Z
dc.date.issued2014-06-10
dc.description.abstractKenya has shown, in the last 30 years, a significant reduction in their total fertility rate and increase of the percentage of married women using modern contraception. As a country marked by a history of high fertility, rejection of modern contraception and strong sense of ethnic belonging, the study sought to ascertain how this change in contraceptive behavior relates to the Kenyan ethnic groups, between the years 1989 and 2008. In order to measure the contraceptive behavior, a new variable was built: positive attitude for modern contraception use. This variable combine others variables related to the use and intention to use modern methods. The hypotheses stated that the ethnic belonging was related to positive attitude, however, this correlation would lose importance over time due to the advancement of policies and greater access to information. We used data of 1989, 1993, 1998, 2003 and 2008 editions of Kenya Demographic and Health Survey (KDHS) and developed a binomial logistic model, in which the dependent variable was "the woman has a positive attitude or dont have it". Through this model the hypothesis was supported. In 1989, most ethnic groups had statistical significance of 99% in the logistic model with control variables. In 2008, the coefficients converged and ethnicity lost statistical significance. Thus, we note that, although the ethnic belonging is very important to the Kenyan people, it does not have a high correlation with positive attitude today as it had earlier. It is also observed that the difference detected between ethnicities have reduced considerably. The dissertation also discussed the importance of culture related to modern contraceptive use in sub-Saharan and Kenyan context and how culture is inserted to the demographic debate.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AMSA-9NTHQH
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFecundidade humana Quênia
dc.subjectMulheres Quênia Questões sociais e morais
dc.subjectPlanejamento familiar Quênia
dc.subject.otherContracepção moderna
dc.subject.otherEtnia
dc.subject.otherQuênia
dc.subject.otherDemografia cultural
dc.titleDiferencial de atitude frente ao uso de contracepção moderna entre as etnias quenianas, 1989 - 2008
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Dimitri Fazito de Almeida Rezende
local.contributor.advisor1Bernardo Lanza Queiroz
local.contributor.referee1Paula de Miranda Ribeiro
local.contributor.referee1Luciana Soares Luz do Amaral
local.contributor.referee1NDOLA PRATA
local.description.resumoO Quênia apresentou, nos últimos 30 anos, uma expressiva redução de sua taxa de fecundidade total e aumento do percentual de mulheres casadas que utilizam contracepção moderna. Sendo o país marcado por um histórico de alta fecundidade, rejeição a contracepção moderna e forte noção de pertencimento étnico, o trabalho buscou verificar como esta mudança no comportamento contraceptivo se relaciona aos grupos étnicos do país entre os anos de 1989 e 2008. A fim de mensurar o comportamento contraceptivo foi construída a medida de atitude positiva frente aos métodos modernos, a qual combinava variáveis relacionadas ao uso e intenção de uso de contracepção moderna. As hipóteses levantadas afirmavam que o pertencimento étnico se relacionava a atitude positiva, no entanto, esta correlação perderia a importância com o passar do tempo devido ao avanço das políticas e maior acesso a informação. Foram utilizados dados das edições de 1989, 1993, 1998, 2003 e 2008 da Kenya Demographic and Health Survey (KDHS) e foi desenvolvido um modelo logístico binomial, cuja variável dependente era possui ou não atitude positiva, para mensurar o diferencial da atitude positiva entre as etnias quenianas. Por meio deste modelo a hipótese foi corroborada. Em 1989, grande parte das etnias apresentava significância estatística de 99% no modelo logístico com variáveis de controle. Em 2008, os coeficientes se convergiram e a variável de etnia perdeu significância estatística. Desta forma, nota-se que o pertencimento étnico, embora muito importante para a população queniana, não apresenta grande correlação com a atitude positiva frente ao uso de contracepção moderna atualmente como apresentara anteriormente. É observável também que o diferencial verificado entre as etnias se reduz consideravelmente. A dissertação também discutiu a importância da questão cultural em relação ao uso da contracepção moderna no contexto subsaariano e queniano e como a questão cultural é inserida ao debate demográfico.
local.publisher.initialsUFMG

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gontijo__b.__2014____diferencial_de_atitude_frente_ao_uso_de_contracep__o__moderna_entre_as_etnias_quenianas_1989___2008.pdf
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