Diálogos sobre a descentralização do programa de controle da hanseníase em município endêmico: uma avaliação participativa

dc.creatorCristal Marinhocorrêa
dc.creatorFernanda Moura Lanza
dc.creatorAna Paula Mendes Carvalho
dc.creatorFrancisco Carlos Félix Lana
dc.date.accessioned2024-07-10T21:07:12Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:55:29Z
dc.date.available2024-07-10T21:07:12Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractObjective: to evaluate the decentralization of the Leprosy Control Program (LCP) in Governador Valadares. Method: the theoretical and methodological framework was the Fourth Generation Evaluation, with a qualitative-participatory approach. The study involved 30 subjects divided into four groups: managers of the LCP; professionals of the Reference Center (RC); primary care professionals and users. Data were collected through interviews, using the Hermeneutic-Dialectic Circle technique. Subsequently, three workshops were held for data validation and negotiation. The Constant Comparative Method was used for the analysis. Results: the maintenance of the vertical model of leprosy care was evidenced, sustained by social-historical-cultural determinants that are expressed in: thepermanence of the gateway to spontaneous demand in the RC; the routine referral of the user to secondary care; the ine昀케ciency of counter-reference; the centralization of multidrug therapy; the belief in the need for specialized care, and stigma. Weaknesses in the link with primary care were evidenced. Conclusion: the decentralization of the LCP involves tension between the actors of each health care point, generating disputes of knowledge and health practices. Implications for practice: the sustainability of decentralization requires political and institutional involvement focused on strengthening primary care, reorienting the role of the services in the leprosy care network, and health education.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/2177-9465-ean-2021-0114
dc.identifier.issn21779465
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/70175
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEscola Anna Nery
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAtenção Primária à Saúde
dc.subjectAvaliação em Saúde
dc.subjectPolítica
dc.subjectHanseníase
dc.subjectPesquisa Qualitativa
dc.subject.otherAtenção Primária à Saúde
dc.subject.otherAvaliação em Saúde
dc.subject.otherDescentralização
dc.subject.otherHanseníase
dc.subject.otherPesquisa Qualitativa
dc.titleDiálogos sobre a descentralização do programa de controle da hanseníase em município endêmico: uma avaliação participativa
dc.title.alternativeDialogues on the decentralization of the leprosy control program in an endemic municipality: a participatory evaluation
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage9
local.citation.issuee20210114
local.citation.spage1
local.citation.volume26
local.description.resumoObjetivo: avaliar a descentralização do Programa de Controle da Hanseníase (PCH) em Governador Valadares. Método: o referencial teórico-metodológico foi a Avaliação de Quarta Geração, de abordagem qualitativo-participativa. O estudo envolveu 30 sujeitos divididos em quatro grupos: gestores do PCH; profissionais do Centro de Referência (CR); profissionais da atenção básica e usuários. Os dados foram coletados por entrevistas, utilizando-se a técnica do Círculo Hermenêutico-Dialético. Posteriormente, realizaram-se três oficinas de validação e negociação dos dados. Utilizou-se o Método Comparativo Constante para a análise. Resultados: evidenciou-se a manutenção do modelo vertical de atenção à hanseníase, sustentado por determinantes sócio-histórico-culturais que se expressam: na permanência da porta de entrada à demanda espontânea no CR; no encaminhamento rotineiro do usuário para a atenção secundária; na ineficiência da contrarreferência; na centralização da poliquimioterapia; na crença na necessidade do atendimento especializado e no estigma. Evidenciaram-se fragilidades no vínculo com a atenção primária. Conclusão: a descentralização do PCH envolve a tensão entre os atores de cada ponto de atenção à saúde, gerando disputas de saberes e práticas de saúde. Implicações para a prática:a sustentabilidade da descentralização requer envolvimento político e institucional focado no fortalecimento da atenção primária, na reorientação do papel dos serviços na rede de atenção à hanseníase e na educação em saúde.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/2177-9465-EAN-2021-0114

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