Acerca da individualidade, do desenvolvimento das forças produtivas e do "romantismo" em Marx - [Parte I: o desenvolvimento de cada um e o de todos]

dc.creatorVitor Bartoletti Sartori
dc.date.accessioned2022-02-11T18:45:02Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:44:33Z
dc.date.available2022-02-11T18:45:02Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractIn this article, from what José Chasin, in the wake of György Lukács, called immanent analysis, we intend to analyze the Marxian work in regard to two trends present throughout his production: the criticism of the degradation of the personality present in society capitalist on the one hand and, in the other hand, the way in which it would never be possible, from such a critique, to adopt a so-called “romantic” impulse to appreciate pre-capitalist forms of sociability from a socialist point of view. Marx is, simultaneously, acid in his critique of individualism that operates as a support for strange social relations under the order of capital, and sees, in the process of consolidation of bourgeois civil society, the emergence of the possibility of universal individuals.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2596-1020
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/39369
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPráxis Comunal
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMarx, Karl, 1818-1883
dc.subjectIndividualidade
dc.subjectProdução (Teoria econômica)
dc.subjectCapitalismo
dc.subject.otherMarx
dc.subject.otherIndividualidade
dc.subject.otherIndivíduo universal
dc.subject.otherFormas sociais pré-capitalistas
dc.titleAcerca da individualidade, do desenvolvimento das forças produtivas e do "romantismo" em Marx - [Parte I: o desenvolvimento de cada um e o de todos]
dc.title.alternativeOn individuality, development of productive forces and romanticism in Marx - [Part I: the development of each and everyone]
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage70
local.citation.issue1
local.citation.spage33
local.citation.volume1
local.description.resumoNo presente artigo, a partir daquilo que José Chasin, na esteira de György Lukács, chamou de análise imanente, pretendemos analisar a obra marxiana no que diz respeito a duas tendências presentes durante toda a sua produção: a crítica ao aviltamento à personalidade presente na sociedade capitalista e o modo pelo qual nunca seria possível, a partir de tal crítica, adotar um impulso, por assim dizer, “romântico” de valorização de formas pré-capitalistas de sociabilidade. Ao mesmo tempo em que Marx é ácido em sua crítica ao individualismo que opera como suporte de relações sociais estranhadas vigentes sob a ordem do capital, ele enxerga, no processo mesmo de consolidação da sociedade civil-burguesa, a emergência da possibilidade de indivíduos universalmente desenvolvidos.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9570-9968
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentDIR - DEPARTAMENTO DE DIREITO DO TRABALHO E INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufmg.br/index.php/praxiscomunal/article/view/11951

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