Tradição urbanística monumental: repercussões da experiência francesa do século XVII até a era napoleônica na atuação de Grandjean de Montigny no Rio de Janeiro no século XIX

dc.creatorTadeu Starling Perdigão
dc.date.accessioned2019-08-14T20:33:27Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:23:26Z
dc.date.available2019-08-14T20:33:27Z
dc.date.issued2019-03-22
dc.description.abstractThis study discusses the relations between design, ideology and power in the constitution of the so-called urban monumental tradition, in which is included the French experience of the XVII and XVIII centuries. The contributions of Antiquity and Middle Age to this tradition are considered and the configuration of the so-called classical urbanism is highlighted after the Renaissance and especially the Baroque. Is discussed the importance of the Enlightenment in the way of thinking the city in the XVIII century, in which the concern with embellissement embellishement is translated into aesthetic, functional and ideological concepts. The idealization and town planning achievements from the period of the French Revolution and of the First French Empire, considered mainly in Paris, reveal the articulation of the design of the city with the existing ideologies and powers. From this reasoning, this study discusses the role of the French architect Auguste Henri Victor Grandjean de Montigny in Rio de Janeiro in the first half of the XIX century, who having been formed and performed in Europe, comes to Brazil in 1816, as a member of the so-called French Artistic Mission.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MMMD-BBYKL7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDesenho
dc.subjectIdeologia
dc.subjectPoder (Ciências sociais)
dc.subjectPlanejamento urbano
dc.subjectArquitetos França
dc.subject.otherTradição urbanística monumental
dc.subject.otherDesenho
dc.subject.otherGrandjean de Montigny
dc.subject.otherIdeologia
dc.subject.otherPoder
dc.titleTradição urbanística monumental: repercussões da experiência francesa do século XVII até a era napoleônica na atuação de Grandjean de Montigny no Rio de Janeiro no século XIX
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Celina Borges Lemos
local.contributor.referee1Andre Guilherme Dornelles Dangelo
local.contributor.referee1Rita de Cassia Lucena Velloso
local.contributor.referee1Denise Marques Bahia
local.contributor.referee1Cláudio Listher Marques Bahia
local.description.resumoEste estudo aborda as relações entre desenho, ideologia e poder que se observam na constituição da chamada tradição urbanística monumental, na qual se insere e se destaca a experiência francesa dos séculos XVII e XVIII. As contribuições da Antiguidade e da Idade Média para essa tradição são consideradas e a configuração do chamado urbanismo clássico é destacada a partir do Renascimento e, sobretudo, do Barroco. É discutida também a importância do Iluminismo na maneira de pensar a cidade no século XVIII, em que a preocupação com o embellissement embelezamento se traduz em conceitos estéticos, funcionais e ideológicos. As idealizações e realizações urbanísticas do período da Revolução Francesa e do Primeiro Império francês, consideradas principalmente em Paris, revelam a articulação do desenho da cidade com as ideologias e poderes vigentes. A partir dessa fundamentação, esse estudo aborda a atuação do arquiteto francês Auguste Henri Victor Grandjean de Montigny no Rio de Janeiro na primeira metade do século XIX, que tendo se formado e atuado na Europa, chega ao Brasil em 1816, como integrante da chamada Missão Artística Francesa.
local.publisher.initialsUFMG

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