Gestão participativa: a prática em uma grande siderúrgica

dc.creatorElisângela Domingues Michelatto Natt
dc.creatorPaula Fernandes Furbino Bretas
dc.creatorMarcos Moura-Paula
dc.creatorAlexandre de Pádua Carrieri
dc.date.accessioned2023-07-03T14:11:19Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:05:47Z
dc.date.available2023-07-03T14:11:19Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractOur aim was to understand how practices of participative management (PM) were developed into a steel company taking into account how agent and structure build one another in a Bourdieusian perspective. To achieve this goal, we carried on unstructured interviews with company employees and trade union members, analyzing them based on the Theory of Fields. We noted that the same structure that narrows actions also provides resistances and mergers, in a troubled process, but subjected to accommodation and transitions back and forth, which requires practices of the agents to feed the field from their inventive and doxic capabilities that value both agent and structure simultaneously, sometimes flavoring the latter, sometimes the former. The analysis allowed us to realize how the PM practices allowed both developments and permanence of relations of domination in Labor Relations and Human Resources Management.
dc.identifier.doi10.12712/rpca.v12i2.1081
dc.identifier.issn19822596
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/55681
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Pensamento Contemporâneo em Administração
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdministração de pessoal
dc.subject.otherAgente-estrutura
dc.subject.otherGestão participativa
dc.subject.otherTeoria dos campos
dc.titleGestão participativa: a prática em uma grande siderúrgica
dc.title.alternativeParticipative management: practice in a big steel company
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage116
local.citation.issue2
local.citation.spage102
local.citation.volume12
local.description.resumoNosso objetivo foi compreender como as práticas de gestão participativa (GP) foram desenvolvidas em uma empresa siderúrgica considerando como agente e estrutura se constroem mutuamente numa perspectiva bourdieana. Fizemos entrevistas não estruturadas com trabalhadores da empresa e com sindicalistas e as analisamos com base na Teoria de Campos. Observamos que mesma estrutura que delimita as ações também proporciona resistências e incorporações, num processo conturbado, mas passível de acomodações e transições, idas e vindas, que requerem a prática dos agentes para alimentarem o campo a partir das capacidades inventivas e dóxicas que valorizam agência e estrutura, simultaneamente, ora privilegiando uma, ora, a outra. A análise nos permitiu perceber que as práticas de GP permitiram que houvesse tanto avanços quanto permanências de relações de dominação nas relações de trabalho e gestão de pessoa
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.uff.br/pca/article/view/11358/pdf

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