Time series analysis: trend in late maternal mortality in Brazil, 2010-2019

dc.creatorKelly Cristina Almeida Borgonove
dc.creatorSônia Lansky
dc.creatorVânia Muniz Nequer Soares
dc.creatorFernanda Penido Matozinhos
dc.creatorEunice Francisca Martins
dc.creatorRoberto Allan Ribeiro Silva
dc.creatorKleyde Ventura de Souza
dc.date.accessioned2025-08-26T20:31:45Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:17:14Z
dc.date.available2025-08-26T20:31:45Z
dc.date.issued2024-08-26
dc.description.abstractCom o propósito de analisar a tendência temporal da razão de mortalidade materna tardia (RMMT) no Brasil e suas regiões geográficas no período de 2010 a 2019, conduziu-se um estudo ecológico de série temporal. Foram utilizados dados relacionados à mortalidade materna tardia, provenientes de sistemas de informação do Ministério da Saúde. A análise estatística empregou modelos autorregressivos de Prais-Winsten. Foram notificados 1.470 óbitos maternos tardios no Brasil, resultando em uma RMMT de 5 óbitos a cada 100 mil nascidos vivos. Os registros de mortalidade materna tardia revelaram disparidades regionais com o menor índice na Região Norte (3,5/100 mil nascidos vivos) e o maior na Região Sul (8,3/100 mil nascidos vivos). Houve tendência crescente da RMMT no país, com aumento geral no período e variação percentual média anual de 9,79% (IC95%: 4,32; 15,54). A Região Centro-oeste liderou esse aumento, com variação percentual média anual de 26,06% (IC95%: 16,36; 36,56), seguida pelas regiões Norte e Nordeste, com 23,5% (IC95%: 13,93; 33,88). Cerca de 83% das mortes maternas tardias declaradas foram investigadas, sendo que 65,6% foram corrigidas pelos Comitês de Mortalidade Materna. Esses achados ressaltam a relevância da mortalidade materna tardia como um indicador de importância para a saúde materna muitas vezes invisibilizado. O aumento da RMMT verificado pode ser resultado da melhoria da qualidade do registro desses óbitos nos últimos anos no Brasil, sobretudo do trabalho de investigação dos óbitos. A fragilidade das notificações com as disparidades regionais aponta a necessidade de uma abordagem abrangente que promova equidade e prevenção de mortalidade materna tardia evitáveis.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0102-311XEN168223
dc.identifier.issn0102-311X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84608
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos de Saúde Pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMortalidade materna
dc.subjectSistemas de Informação em Saúde
dc.subjectPeríodo Pós-Parto
dc.subject.otherMaternal mortality
dc.subject.otherMaternal death
dc.subject.otherPostpartum period
dc.subject.otherCause of death
dc.subject.otherHealth information systems
dc.titleTime series analysis: trend in late maternal mortality in Brazil, 2010-2019
dc.title.alternativeAnálisis de serie temporal: tendencia de la mortalidad materna tardía en Brasil, 2010-2019
dc.title.alternativeAnálise de série temporal: tendência da mortalidade materna tardia no Brasil, 2010-2019
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage12
local.citation.issue7
local.citation.spage1
local.citation.volume40
local.description.resumoTo analyze the temporal trend of the late maternal mortality ratio (LMMR) in Brazil and its geographic regions in the period from 2010 to 2019, an ecological time series study was conducted. Data related to late maternal mortality from information systems of the Brazilian Ministry of Health were used. Statistical analysis used Prais-Winsten autoregressive models. A total of 1,470 late maternal deaths were reported in Brazil, resulting in an LMMR of 5 deaths per 100,000 live births. The late maternal mortality records revealed regional disparities, with the lowest index in the North (3.5/100,000 live births) and the highest in the South (8.3/100,000 live births). The LMMR showed an increasing trend in the country, with a general increase in the LMMR in the period and a mean annual percentage variation of 9.79% (95%CI: 4.32; 15.54). The Central-West region led this increase, with a mean annual percentage change of 26.06% (95%CI: 16.36; 36.56), followed by the North and Northeast regions, with 23.5% (95%CI: 13.93; 33.88). About 83% of the reported late maternal deaths were investigated, and 65.6% were corrected by the Maternal Mortality Committees. These findings highlight the relevance of late maternal mortality as an important indicator for maternal health, which is often invisible. The increase in the LMMR result from the improvement in the quality of the registration of these deaths in recent years in Brazil, and especially from the work of investigating deaths. The fragility of reporting with regional disparities points to the need for a more comprehensive approach that promotes equity and prevention of avoidable late maternal mortality.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1513-7803
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5533-4858
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0004-0008-0212
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1368-4248
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2014-8470
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3664-2430
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0971-1701
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/csp/a/4XPwxbZSkjZc38jDxsBq8ND/?format=pdf&lang=en

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