Sentidos atribuídos pelas famílias à obrigatoriedade de frequencia das crianças de 4 e 5 anos na educação infantil
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Monografia de especialização
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Membros da banca
Joaquim Ramos
Resumo
Este trabalho teve como objetivo analisar os sentidos atribuídos pelas famílias
à obrigatoriedade de frequência das crianças de 4 e 5 anos na educação infantil. O
interesse por investigar tal temática foi motivado pela emergência da Lei 12796/2013
que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional ao determinar a
obrigatoriedade de matrícula escolar a partir dos quatro anos de idade. Esta análise
é importante do ponto de vista das famílias, tendo em vista a escassez de trabalhos
que analisam a demanda efetiva por educação infantil no país (CAMPOS, 2010) e
pela necessidade de uma discussão mais abrangente do assunto, a fim de garantir a
concepção de educação infantil construída ao longo das últimas décadas, conforme
salientam Campos (2010), Didonet (2010) e Vieira (2011).Além disso, esta pesquisa
objetivou verificar a relação entre os índices de assiduidade das crianças e as
concepções das famílias sobre a instituição de Educação Infantil, investigar os
principais motivos que podem determinar baixos índices de assiduidade das
crianças na perspectiva das famílias e analisar a percepção das famílias sobre a
importância da frequência das crianças na Educação Infantil.
A pesquisa foi realizada em uma turma de crianças na faixa etária de quatro e
cinco anos de uma Unidade Municipal de Educação Infantil do município de Belo
Horizonte e, para o levantamento de dados, foram analisadas a frequencia das
crianças no diário de classe, a legislação educacional, as orientações da secretaria
municipal de educação e as concepções das famílias em relação à frequência das
crianças a esta etapa da Educação Básica.
Os resultados demonstraram que os sentidos atribuídos pelas famílias à
educação infantil apontam para a concepção educativa que esta etapa tem
alcançado. Demonstram também que a obrigatoriedade pode reafirmar o status da
educação infantil como direito da criança e que o elevado número de faltas
encontrado na turma pesquisada nem sempre demonstram falta de interesse das
famílias ou desvalorização da educação infantil, mas são causadas por fatores
inerentes às especificidades das crianças pequenas, tais como: adoecimento,
adoecimento dos pais e/ou responsáveis e necessidade de acompanhamento dos
pais em viagens e consultas.
Abstract
Assunto
Palavras-chave
Educação infantil, Obrigatoriedade, Famílias
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