Tratamento ambulatorial do câncer do colo do útero em tempo oportuno: a influência da região de residência de mulheres no estado de minas gerais, brasil

dc.creatorDaniela Pena Moreira
dc.creatorMarcos Antônio Cunha Santos
dc.creatorFlávia Bulegon Pilecco
dc.creatorÉrica Dumont-pena
dc.creatorIlka Afonso Reis
dc.creatorMariângela l. Cherchiglia
dc.date.accessioned2023-10-18T20:14:55Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:17:48Z
dc.date.available2023-10-18T20:14:55Z
dc.date.issued2022
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/0102-311xpt277521
dc.identifier.issn16784464
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/59644
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos de Saúde Pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNeoplasias do Colo do Útero
dc.subjectAcesso Efetivo aos Serviços de Saúde
dc.subjectOncologia
dc.subjectRegionalização da Saúde
dc.subject.otherNeoplasias do Colo do Útero
dc.subject.otherAcesso aos Serviços de Saúde
dc.subject.otherOncologia
dc.subject.otherRegionalização da Saúde
dc.titleTratamento ambulatorial do câncer do colo do útero em tempo oportuno: a influência da região de residência de mulheres no estado de minas gerais, brasil
dc.title.alternativeTimely outpatient treatment of cervical cancer: the influence of region of residence for women in the state of Minas Gerais, Brazil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage15
local.citation.issue10
local.citation.spage1
local.citation.volume38
local.description.resumoO objetivo deste estudo é investigar se há associação entre as Regiões Ampliadas de Saúde (RAS) de residência de Minas Gerais, Brasil, e o intervalo entre diagnóstico e início de tratamento de mulheres que realizaram tratamento ambulatorial (quimioterapia ou radioterapia) para câncer do colo do útero pelo Sistema Único de Saúde (SUS), entre 2001 e 2015. Trata-se de um estudo transversal, recorte de uma coorte, com 8.857 mulheres. Para avaliar a associação da RAS de residência e o intervalo entre diagnóstico e início de tratamento (em dias), foram utilizados modelos de regressão binomial negativa, considerando nível de significância de 5%. Os modelos foram construídos usando blocos de covariáveis sociodemográficas, clínicas e relacionadas ao tratamento. Foi determinado que a RAS de residência das mulheres está associada ao intervalo entre o diagnóstico e o início de tratamento. A RAS Norte foi a região do estado onde a média de tempo para iniciar o tratamento foi menor, e não residir nessa RAS aumenta a média de tempo para iniciar o tratamento entre 24% e 93% em comparação com outras RAS do estado. Fica evidente a disparidade no intervalo entre diagnóstico e início de tratamento entre as regiões do Estado de Minas Gerais. A disponibilidade de serviços habilitados para o tratamento do câncer nas RAS não reflete necessariamente em maior agilidade para início de tratamento. Compreender os fluxos das Redes de Atenção Oncológica e suas diferenças regionais é fundamental para aprimorar políticas públicas que garantam o cumprimento de leis vigentes, como a Lei no 12.732/2012, que preconiza o início do tratamento de pacientes com câncer em até 60 dias após o diagnóstico.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICX - DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://http://cadernos.ensp.fiocruz.br/csp/artigo/1874/tratamento-ambulatorial-do-cancer-do-colo-do-utero-em-tempo-oportuno-a-influencia-da-regiao-de-residencia-de-mulheres-no-estado-de-minas-gerais-brasil

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