Histopatologia da miíase cutânea e expressão de leucócitos sanguíneos em ratosreinfestados com larvas de Dermatobia hominis (Linnaeus jr., 1781) (diptera: oestridae)

dc.creatorMaria Fernanda Alves do Nascimento
dc.date.accessioned2019-08-12T18:19:33Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:50Z
dc.date.available2019-08-12T18:19:33Z
dc.date.issued2010-02-26
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SAGF-8H9QP3
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectParasitologia
dc.subjectDermatobia hominis
dc.subjectMiíase
dc.subjectHistopatologia
dc.subjectLeucócitos
dc.subjectReinfestação
dc.subject.otherreinfestação
dc.subject.otherhistopatologia
dc.subject.otherOestridae
dc.subject.othermiíases
dc.subject.otherleucócitos circulantes
dc.subject.otherD hominis
dc.titleHistopatologia da miíase cutânea e expressão de leucócitos sanguíneos em ratosreinfestados com larvas de Dermatobia hominis (Linnaeus jr., 1781) (diptera: oestridae)
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Antonio Cesar Rios Leite
local.contributor.referee1Marcos Pezzi Guimaraes
local.contributor.referee1Wagner Luiz Tafuri
local.description.resumoLarvas de Dermatobia hominis são causadoras de zoonótica miíase cutânea demamíferos na região Neotropical, onde apresentam importância médica, além de acarretaremmaiores consequências à exploração pecuária por diminuição da produção de carne, leite edepreciação do couro dos animais. Como modelo experimental desta miíase para o estudo deaspectos histopatológicos e da expressão de leucócitos circulantes, Rattus norvegicus foraminfestados com quatro larvas de D. hominis cada e após seis dias subsequentes reinfestadoscom mais quatro larvas. Nas lesões cutâneas da primoinfestação versus reinfestação foramdistintos: na primeira, o exsudato inflamatório ascendente até os 20 dias pós-infestação (dpi),sendo neutrófilos e eosinófilos mais frequentes, enquanto que na reinfestação a inflamação jáera expressiva pelas mesmas células aos 4 dias pós-reinfestação (dpr) e decrescendo a partirdos 14 dpr; a abundância de eosinófilos foi análoga tanto aos 10 dpi como aos 9 dpr; asneoformações, vascular intensa aos 15 dpi e conjuntiva aos 20 e 28dpi já foram vistas aos 9dpr; o diâmetro da área necrosada, contornando a larva, aumentou com o amadurecimentodesta forma parasitária (L3) na infestação, observação também retratada aos 14 e 22 dpr.Especificamente, as células sanguíneas que expressaram significância foram: os neutrófilos,com progressivo aumento nos 6 dpi = 0 dpr, controle (ou 0 dpi), 20 dpi = 14 dpr, 10 dpi = 4dpr, 28 dpi = 22 dpr, e 15 dpi = 9 dpr; os eosinófilos, com ascendente número nos 28 dpi = 22dpr, controle, 20 dpi = 14 dpr, 15 dpi = 9 dpr, 10 dpi = 4 dpr, 6 dpi = 0 dpr; os linfócitostotais, na sequência de magnitude nos 15 dpi = 9 dpr, 28 dpi = 22 dpr, 10 dpi = 4 dpr, 20 dpi =14 dpr, 6 dpi = 0 dpr e controle; e linfócitos grandes (ativados) na ordem crescente nos 15 dpi= 9 dpr, 20 dpi = 14 dpr, 28 dpi = 22 dpr, 10 dpi = 4 dpr, 6 dpi = 0 dpr e controle. Linfócitospequenos (não ativados) e monócitos não foram significantes em números. Os resultadospreliminares agora apresentados, envolvendo a relação D. hominis-hospedeiro, abordamnovos aspectos durante a reinfestação desta importante miíase de interesse veterinário emédico.
local.publisher.initialsUFMG

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