Avaliação da viabilidade do uso de angiotensina 1-7 através da mesoterapia capilar para o tratamento de alopecia androgenética
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Raquel Virginia Rocha Vilela
Carlos Alberto Tagliati
Gabriela Cavazza Cerri
Rosangela da Silva Lomeo
Carlos Alberto Tagliati
Gabriela Cavazza Cerri
Rosangela da Silva Lomeo
Resumo
A Alopecia Androgenética (AAG) se caracteriza como uma doença hereditária, desencadeada por alteração de hormônios que afeta o ciclo capilar, resultando em minimização do folículo capilar, o que traz como consequência fios mais finos, curtos e menos pigmentados. Compreende-se, atualmente, que a sua prevalência se encontra associada a idade, sexo e etnia (CHAVES et al., 2021). Entre a população caucasiana, aproximadamente 80% dos homens podem ser acometidos pela alopecia androgenética, uma taxa que é significativamente menor entre as mulheres, 40% a 50% de mulheres acima de 45 anos. Notadamente a AAG é menos prevalente entre negros e asiáticos, e a queixa mais comumente apontada pelos acometidos pela doença é o afinamento dos fios, resultando em cabelos mais “ralos” e o couro cabeludo exposto. Este estudo se propõe a avaliar a viabilidade do tratamento de alopecia androgenética utilizando angiotensina 1-7 por meio de mesoterapia capilar. Para esse fim, foi realizada uma revisão de literatura sobre o tema, a partir de pesquisa bibliográfica qualitativa de finalidade exploratória. A angiotensina 1-7 se caracteriza como um heptapeptídeo endógeno de sequência “Asp-Arg-Val-Tyr-Ile-His-Pro” e um importante membro do Sistema Renina Angiotensina, sendo que esse peptídeo pode ser formado diretamente por ação da enzima conversora de angiotensina II sobre a Ang I resultando em angiotensina 1-9, que, por sua vez, é convertida em Angiotensina 1-7 por obra da ECA ou então da endopeptidase neutra (NEP) (PONTES, 2018).
Palavras-chave: Alopecia androgenética. Mesoterapia capilar. Angiotensina 1-7.
Abstract
Androgenetic Alopecia (AGA) is characterized as a hereditary disease, dependent on
hormones and marked by an alteration in the hair cycle resulting in minimization of the
hair follicle, which brings as a consequence thinner, shorter and less pigmented hair.
It is currently understood that its prevalence is associated with age, sex, and ethnicity
(CHAVES et al., 2021). Among the Caucasian population, approximately 80% of men
can be affected by androgenetic alopecia, a rate that is significantly lower among
women, corresponding to 40% to 50% of women over 45 years. Notably, AGA is less
prevalent among blacks and Asians (CHAVES et al., 2021), and the complaint most
commonly reported by those affected by the disease is thinning hair, resulting in
thinning hair and exposed scalp. This study aims to evaluate the feasibility of treating
androgenetic alopecia using angiotensin 1-7 by means of hair mesotherapy. To this
end, it was proposed to carry out a literature review on the subject, based on a
qualitative bibliographic research with an exploratory purpose. Angiotensin 1-7 is
characterized as a heptapeptide of sequence "Asp-Arg-Val-Tyr-Ile-His-Pro" and an
important member of the Renin-Angiotensin System, and this peptide can be formed
directly by the action of angiotensin II-converting enzyme on Ang I resulting in
angiotensin 1-9, which in turn is converted into Angiotensin 1-7 by ACE or by neutral
endopeptidase (NEP) (PONTES, 2018).
Assunto
Inovação, Biofarmácia, Alopecia, Mesoterapia, Couro cabeludo, Angiotensinas
Palavras-chave
Alopecia androgenética, Mesoterapia capilar, Angiotensina 1-7