Mortes por sepse: causas básicas do óbito após investigação em 60 municípios do Brasil em 2017
| dc.creator | Mayara Rocha Dos Santos | |
| dc.creator | Carolina Cândida da Cunha | |
| dc.creator | Lenice Harumi Ishitani | |
| dc.creator | Elisabeth Barboza França | |
| dc.date.accessioned | 2022-06-24T21:44:56Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:22:05Z | |
| dc.date.available | 2022-06-24T21:44:56Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.doi | 10.1590/1980-549720190012.supl.3 | |
| dc.identifier.issn | 1980-5497 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/42670 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Revista brasileira de epidemiologia | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Saúde Coletiva | |
| dc.subject | Mortalidade | |
| dc.subject | Sepse | |
| dc.subject | Sistema de informação em saúde | |
| dc.title | Mortes por sepse: causas básicas do óbito após investigação em 60 municípios do Brasil em 2017 | |
| dc.title.alternative | Deaths for sepsis: underlying causes of death after investigation in 60 brazilian municipalities in 2017 | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.volume | 22 | |
| local.description.resumo | Introdução: A sepse representa a ocorrência de síndrome de resposta inflamatória sistêmica desencadeada por infecção inicial de um órgão ou sistema. Quando a sepse é atestada como causa do óbito, perde-se o primo diagnóstico, condicionando perda de informação quanto à sua origem. Objetivo: Analisar as causas básicas após investigação de óbitos por sepse em 60 municípios do Brasil em 2017. Metodologia: Foram selecionados todos os óbitos registrados em 2017 no Sistema de Informação sobre Mortalidade como sepse, e analisadas as proporções dos óbitos reclassificados após investigação em hospitais e outros serviços de saúde. Resultados: Entre os 6.486 óbitos por sepse ocorridos nos 60 municípios foram investigados 1.584 (24,4%) e, destes, 1.308 (82,6%) foram reclassificados com outras causas básicas. A faixa etária de 70 a 89 anos obteve a maior concentração de registros, com 49,3% dos casos. Mais de 60% dos óbitos por sepse reclassificados após investigação tiveram doenças crônicas não transmissíveis como causa básica (65,6%), sendo a diabetes a causa específica mais comum neste grupamento. Doenças transmissíveis (9,6%) e causas externas (5,6%) como quedas foram também detectadas como causas básicas. Conclusão: A partir das investigações dos óbitos por sepses foi possível conhecer a verdadeira causa de morte e as proporções de reclassificação. Essas informações contribuirão para melhorar a qualidade dos dados de mortalidade e para subsidiar o planejamento de ações em saúde pública no Brasil. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | ENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://www.scielo.br/j/rbepid/a/Cgzjb3tpGSZjspvqJphZG7C/?lang=pt |
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