Comparação do pico de atividade eletromiográfica em protocolos de treinamento de força com diferentes configurações no número de repetições e na duração da repetição

dc.creatorMarina Gurgel Simões
dc.date.accessioned2019-08-12T14:27:01Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:02:54Z
dc.date.available2019-08-12T14:27:01Z
dc.date.issued2016-06-30
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-AQWRDX
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTreinamento com peso
dc.subjectEletromiografia
dc.subjectMusculação
dc.subjectForça muscular
dc.subject.otherTreinamento de força
dc.subject.otherNúmero
dc.subject.otherEletromiografia
dc.subject.otherde repetições
dc.subject.otherTempo sob tensão
dc.subject.otherDuração da repetição
dc.titleComparação do pico de atividade eletromiográfica em protocolos de treinamento de força com diferentes configurações no número de repetições e na duração da repetição
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Lucas Túlio de Lacerda
local.contributor.referee1Herbert Ugrinowitsch
local.contributor.referee1Rafael Silva Valle de Almeida
local.contributor.referee1Katia Lucia Moreira Lemos
local.description.resumoO presente estudo teve o objetivo de comparar o efeito de diferentes configurações na duração da repetição e no número de repetições sobre o pico de atividade Eletromiográfica (EMG). Vinte dois voluntários do sexo masculino treinados em musculação realizaram dois protocolos de treinamento de força (A e B) no exercício supino na barra guiada, ambos com 3 séries, pausa de 180 segundos a 60% de uma repetição máxima (1RM). O Protocolo A consistia de 6 repetições com uma duração da repetição de 6s, enquanto o Protocolo B os voluntários deveriam realizar 12 repetições com a duração da repetição de 3s. Foi registrado o pico de atividade EMG do músculo peitoral maior durante a realização dos dois protocolos. Os resultados mostraram que o pico de atividade EMG normalizada do músculo analisado foi maior durante o Protocolo B, comparado com o Protocolo A. Os dados obtidos no presente estudo mostram que protocolos de treinamento realizados com configurações distintas da duração da repetição e número de repetições produzem respostas neuromusculares diferentes. Assim, a realização de uma menor duração da repetição e um maior número de repetições pode ser uma estratégia válida para aumentar o pico de atividade EMG.
local.publisher.initialsUFMG

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