Modelo integrado de qualidade de vida no trabalho e vínculos organizacionais: no final, o que vale são as regras

dc.creatorMirian Serrão Vital
dc.creatorKely Cesar Martins de Paiva
dc.creatorJefferson Rodrigues Pereira
dc.date.accessioned2023-08-14T13:48:00Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:23:27Z
dc.date.available2023-08-14T13:48:00Z
dc.date.issued2019-11
dc.identifier.isbn2177-3866
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/57789
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSEMEAD Seminários em Administração
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectQualidade de vida no trabalho
dc.subjectComportamento organizacional
dc.subject.otherQualidade de vida no trabalho
dc.subject.otherVínculos organizacionais
dc.subject.otherComprometimento, entrincheiramento, consentimento
dc.titleModelo integrado de qualidade de vida no trabalho e vínculos organizacionais: no final, o que vale são as regras
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue22
local.description.resumoIntrodução Considerados fenômenos contemporâneos, Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) e Vínculos Organizacionais (comprometimento, entrincheiramento e consentimento) têm sido estudados de modo independente, apesar de esforços localizados de pesquisas sobre relações entre QVT e o vínculo de comprometimento organizacional. Verificou-se como lacuna, em pesquisas nacionais e internacionais, estudos que analisassem relações entre QVT e vínculos de comprometimento, entrincheiramento e consentimento de modo integrado, o que é realizado neste artigo. A QVT pode ser uma variável antecedente de tais vínculos. Problema de Pesquisa e Objetivo Os sujeitos de pesquisa são profissionais médicos e enfermeiros, pertencentes à Estratégia Saúde da Família (ESF), pelo fato de o trabalho desenvolvido pelos mesmos exercer papel central na eficiência e eficácia do referido programa. Diante do questionamento “como se relacionam Qualidade de Vida no Trabalho e Vínculos Organizacionais (comprometimento, entrincheiramento, consentimento) de profissionais da ESF?”, tomou-se por objetivo deste estudo propor e validar um modelo que relacionasse tais construtos, na percepção de médicos e enfermeiros pertencentes à ESF, de Manaus (AM). Fundamentação Teórica No estudo aqui apresentado, QVT será analisada a partir do modelo de Hackman e Oldham (1975) e, para aprofundamento dos vínculos organizacionais de comprometimento, entrincheiramento e consentimento, será adotado tanto o modelo tridimensional de comprometimento de Mayer e Allen (1991), como os desdobramentos de tais estudos no Brasil a partir das contribuições de Silva (2009, 2013), Rodrigues e Bastos (2010) e Rodrigues (2011). Hackman e Oldham (1975) consideram a QVT em função da relação existente entre as características do ambiente de trabalho e as necessidades individuais. Metodologia Para a identificação e análise dos principais fatores de influência entre os construtos abordados, realizou-se um estudo descritivo-explicativo de abordagem quantitativa, junto a 98 enfermeiros e 63 médicos (Collis & Hussey, 2006). Os dados foram analisados por meio das técnicas de Análise Fatorial Exploratória (AFE) e Modelagem de Equações Estruturais (Structural Equation Modeling, SEM). Trata-se de técnicas multivariadas de dados, sendo que a segunda permite que sejam analisadas várias relações de dependência simultâneas, além de estimar uma série de regressões múltiplas separadamente. Análise dos Resultados A Comunicação tem impacto indireto no Consentimento normativo-burocrático, cujas variáveis denotam a realização das atividades em função da necessidade de se seguir regras e obedecer parâmetros, essencial no campo da saúde, que segue protocolos em nível nacional e internacional. O Comprometimento influencia positivamente os dois construtos de Consentimento: quanto mais afetos, mais se entende a necessidade de se seguirem as regras por si mesmas (normativo-burocrático), bem como se submete à autoridade da chefia entendida (técnico-hierárquico), provavelmente entendida suficiente de crédito. Conclusão A exclusão, na análise fatorial exploratória, de diversos construtos “consagrados” nos estudos sobre QVT realizados no Brasil, leva à necessidade de se replicar a pesquisa em outras unidades da ESF, de modo a se elucidar melhor que dimensões da tarefa e que satisfações específicas realmente fazem sentido para os profissionais envolvidos, bem como a manutenção – ou não – da exclusão de construtos dos estados psicológicos críticos e de satisfações gerais. A subdivisão de Consentimento em duas “dimensões” também é um ponto interessante, notando-se um modo distinto de “simplesmente” seguir regras.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://login.semead.com.br/22semead/anais/resumo.php?cod_trabalho=694

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