Decorar a tabuada: produção de sujeitos dóceis

dc.creatorMichela Tuchapesk da Silva
dc.creatorCarolina Tamayo Osorio
dc.date.accessioned2025-05-28T22:07:59Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:09:41Z
dc.date.available2025-05-28T22:07:59Z
dc.date.issued2022-12-30
dc.description.abstractThis article aims to problematize the usual school practice of memorizing the tables as part of the recognition policies present in school curriculum, looking for other ways of looking at learning and teaching mathematicS. We approach the Philosophy of Difference to discuss multiplying as an event that allows practices and tactics to resist recognitive curricular policies, understood as a possibility of fighting the production of docile bodies. For this, we approached the concept of the autonomy of the subject, in the perspective of Michel Foucault, because we understand that the autonomous subject tensions the school-machine-of-the-state as a productive space.
dc.identifier.doiDOI: 10.20396/zet.v30i00.8664318
dc.identifier.issn2176-1744
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/82602
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofZetetike
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRecognição
dc.subjectEducação matemática
dc.subjectCurriculo escolar
dc.subjectTabuada
dc.subjectAprendizagem
dc.subject.otherRecognição
dc.subject.otherCurriculo escolar
dc.subject.otherResistência
dc.subject.otherAprendizagem
dc.subject.otherEducação matemática
dc.titleDecorar a tabuada: produção de sujeitos dóceis
dc.title.alternativeMemorizing multiplication tables: production of docile subjects
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage15
local.citation.issuee022023
local.citation.spage1
local.citation.volume30
local.description.resumoEste artigo tem o propósito de problematizar a usual prática escolar do decorara tabuada como parte das políticas de recognição presentes nos currículos escolares, buscando por modos outros de olhar para o aprender e o ensinar matemáticaS. Nos aproximamos da Filosofia da Diferença para discutirmos o multiplicar como acontecimento que permite práticas e táticas para resistir às políticas curriculares recognitivas, entendidas como possibilidade de luta à produção de corpos dóceis. Para isto, nos aproximamos do conceito da autonomia do sujeito, na perspectiva de Michel Foucault, pois entendemos que o sujeito autônomo tensiona a escola-máquina-do-estado como espaço produtivo.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6298-1137
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8478-7845
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/zetetike/article/view/8664318

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