Encruzilhadas, andarilhos, aprendizes: sobre três filmes-performance
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Artigo de periódico
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Crossroads, walkers, apprentices: on three performance-films
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Resumo
Tendo como ponto de partida a hipótese de Pignarre e Stengers em torno da feitiçaria capitalista, o artigo aproxima três filmes-performance – Ungüento, de Dalton Paula, Árvore do esquecimento, de Paulo Nazareth e Noirblue, de Ana Pi – para pensá-los como críticas contracoloniais, elaborações da história da diáspora negra por meio do corpo. Se o capitalismo e a colonização que lhe é indissociável configuram um “sistema feiticeiro sem feiticeiros”, cada qual à sua maneira, os três trabalhos podem ser vistos como operações de contrafeitiçaria, intervenções no tempo, com o tempo.
Abstract
Starting from the hypothesis of Pignarre and Stengers about capitalist sorcery, this article considers three performance-films – Ungüento by Dalton Paula, Árvore do esquecimento by Paulo Nazareth, and Noirblue by Ana Pi – to understand them as counter-colonial critiques, elaborations of the history of the African Diaspora by using the body. If capitalism – and colonization, which cannot be separated from it – constitutes a “sorcery system without sorcerers”, the three works can be seen as counter-spells, interventions within time and with time.
Assunto
Performance (Arte), Negros, Diáspora africana, Corpo humano Aspectos simbólicos
Palavras-chave
Feitiçaria capitalista, Contrafeitiço, Performance, Ungüento, Árvore do esquecimento, Noirblue
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Endereço externo
https://www.revistas.usp.br/significacao/article/view/160224