As contradições da patologização das identidades trans e argumentos para a mudança de paradigma

dc.creatorLeonardo Tenório
dc.creatorMarco Aurélio Máximo Prado
dc.date.accessioned2024-05-24T21:18:21Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:38:09Z
dc.date.available2024-05-24T21:18:21Z
dc.date.issued2016-07-15
dc.description.abstractThe experience of trans identities does not fit the concept of any disease, or any psychopathology, especially because it is impossible to establish diagnostic criteria consistent with the reality of the diversity of the experiences of people living trans identities. This means that the logic of pathologizing has historically proven much more effort to maintain hierarchies of knowledge and scientific power as forms of regulation of social norms and coercion to gender norms than actually creating mechanisms and criteria attention and care to full health. The historical process of pathologization and psychiatrization of transidentities generates losses of several orders to trans people, denying the dignity, the relative self-determination and possible autonomy over their own bodies, reducing their experiencies to stereotypes and homogenizing prescriptive descriptions.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.9771/peri.v1i5.17175
dc.identifier.issn2358-0844
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/68603
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Periódicus
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicologia
dc.subjectSaúde
dc.subjectMedicalização
dc.subjectPessoas Transgênero
dc.subjectPessoas LGBTQ+
dc.subject.otherEstudos trans
dc.subject.otherDespatologização
dc.subject.otherTransidentidades
dc.subject.otherSaúde
dc.subject.otherPsicologia
dc.titleAs contradições da patologização das identidades trans e argumentos para a mudança de paradigma
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage55
local.citation.issue5
local.citation.spage41
local.citation.volume1
local.description.resumoAs experiências das transidentidades não se adequam no conceito de nenhuma patologia, muito menos de alguma psicopatologia, sobretudo porque é inviável e impossível estabelecer critérios diagnósticos coerentes com a realidade das diversidades das experiências das pessoas que vivem identidades trans. Isso significa que a lógica da patologização tem historicamente revelado muito mais o esforço da manutenção de hierarquias de saber e do poder científico como formas de regulação das normas sociais e de coerção e submissão às normas de gênero do que propriamente a criação de mecanismos e critérios de atenção e cuidado à saúde integral. O processo histórico da patologização e da psiquiatrização das transidentidades gera prejuízos de várias ordens às pessoas trans, negando a dignidade, a relativa autodeterminação e a possível autonomia sobre seus próprios corpos, pois entende a expressão da vida das pessoas trans como um conjunto de comportamentos psicopatológicos, reduzindo-os a estereótipos e descrições prescritivas homogeneizantes.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3207-7542
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.departmentFAFICH - FACULDADE DE FILOSOFIA E CIENCIAS HUMANAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufba.br/index.php/revistaperiodicus/article/view/17175

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